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María Corina diz que pretende retornar à Venezuela após terremotos

Maria Corina Machado afirma que pretende retornar à Venezuela após os terremotos, buscando ajuda dos EUA enquanto o número de mortos chega a 1.450

María Corina Machado, líder da oposição venezuelana
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  • Maria Corina Machado afirmou que pretende retornar à Venezuela após os terremotos devastadores, dizendo que é seu dever acompanhar o povo.
  • Ela entrou em contato com funcionários do governo dos EUA, incluindo da Casa Branca, do Departamento de Estado e do Congresso, pedindo ajuda para viabilizar o retorno.
  • Na semana passada, dois terremotos atingiram a Venezuela, deixando pelo menos 1450 mortos.
  • Machado deixou a Venezuela em dezembro, desafiando uma proibição de viagem para receber o Prêmio Nobel da Paz.
  • Um porta-voz de Machado não respondeu a pedidos de comentário; um funcionário da Casa Branca questionou se o retorno seria 24 horas após uma catástrofe humanitária de grandes proporções.

Maria Corina Machado, líder da oposição venezuelana, afirma que pretende retornar ao país após os terremotos devastadores que atingiram a Venezuela no fim de semana. A declaração foi feita em entrevista ao programa Fox & Friends Weekend, no domingo (28). O objetivo é acompanhar o povo diante da tragédia.

Segundo informações da Reuters, Machado entrou em contato nos últimos dias com funcionários do governo dos EUA, incluindo da Casa Branca, do Departamento de Estado e membros do Congresso, solicitando apoio para facilitar seu retorno ao país. A abordagem ocorre em meio ao aumento de mortes provocadas pelos tremores.

Na semana passada, dois abalos sísmicos causaram danos significativos em várias regiões venezuelanas, deixando pelo menos 1450 mortos. Machado deixou a Venezuela em dezembro, desafiando uma proibição de viagem de 10 anos para receber o Prêmio Nobel da Paz, após viver discretamente por mais de um ano.

Contexto recente: o retorno de Machado, caso ocorra, é visto com cautela por autoridades americanas, que disseram ser necessária uma resposta após a catástrofe. Um funcionário da Casa Branca ressaltou a necessidade de condições adequadas para qualquer retorno, especialmente em uma crise humanitária de grandes proporções.

Um porta-voz de Machado não respondeu imediatamente a pedidos de comentário. A assessoria da líderalertou que não houve confirmação de planos adicionais até o momento.

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