Em Alta Copa do Mundo NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Estados Unidos sancionam empresas e pessoas ligadas ao PCC

Governo de Donald Trump afirmou que o Primeiro Comando da Capital é o maior organização criminosa do Ocidente

(Crédito: Reprodução/Evelyn Hockstein/Reuters)

Nessa terça-feira (01), o governo de Donald Trump sancionou brasileiros e empresas por integrarem um suposto esquema de lavagem de dinheiro envolvendo organizações criminosas. Segundo a Casa Branca, o PCC é o maior grupo criminoso no região. As medidas foram anunciadas pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (Ofac), órgão vinculado ao Departamento do Tesouro […]

Nessa terça-feira (01), o governo de Donald Trump sancionou brasileiros e empresas por integrarem um suposto esquema de lavagem de dinheiro envolvendo organizações criminosas. Segundo a Casa Branca, o PCC é o maior grupo criminoso no região.

As medidas foram anunciadas pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (Ofac), órgão vinculado ao Departamento do Tesouro americano. A decisão foi tomada com base em duas ordens executivas do presidente Trump que pretendem combater a proliferação de drogas.

Os principais alvos das sanções foram Victor Henrique de Oliveira Shimada e Stella Stefanie Nunues Henrique de Oliveira. Além disso, outras três empresas sediadas em São Paulo também foram sancionadas: Victory Trading Intermediação de Negócios Cobranças e Tecnologia Ltda., a Pixwave Soluções de Pagamentos Ltda. e a Wave Construções Inteligentes Ltda. Em Portugal, a Avenidas Flutuantes Unipessoal Lda também foi alvo do governo Trump.

O que aconteceu?

Segundo o Tesouro americano, Victor Henrique era o principal elo entre operadores do PCC na Flórida e traficantes internacionais, tendo lavado mais R$ 156 milhões fruto de atividades criminosas em diversas cidades americanas por meio de transferências em criptomoedas.

O governo norte-americano alega que ele recorria a uma rede de empresas para ocultar a origem dos recursos ilícitos e escapar da fiscalização enquanto recebia dinheiro gerado nos Estados Unidos e o lavava para o PCC no Brasil.

Nesse esquema, Stella seria uma colaboradora próxima a Victor Henrique, sendo sua secretária e auxiliava na retirada de grandes quantias de dinheiro. Servindo como um suporte logístico às operações criminosas.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais