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Bombeiros de Minas Gerais relatam riscos em missão na Venezuela

Bombeiros de Minas Gerais relatam riscos da missão humanitária na Venezuela após terremotos de magnitudes 7,2 e 7,5, com 2.295 mortos e 11.267 feridos

Bombeiros trabalham entre os escombros
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  • Bombeiros militares de Minas Gerais participaram de missão humanitária na Venezuela, enviando trinta e seis profissionais com cães de busca na última semana de junho; uma segunda equipe, com dezoito militares e dois cães, foi divulgada em 30 de junho.
  • A Venezuela sofreu dois terremotos em 24 de junho, com magnitudes 7,2 e 7,5, segundo informações do USGS.
  • As ações brasileiras visam áreas com edificações colapsadas, incluindo buscas técnicas, resgate, atendimento pré-hospitalar e integração com autoridades locais por meio de organismos internacionais.
  • O Brasil anunciou apoio no curto e médio prazo para a recuperação da Venezuela, durante visita do ministro da Defesa, José Múcio, conforme divulgação pela TV estatal.
  • Até o momento, o balanço divulgado aponta mais de 2.295 mortos, 11.267 feridos e milhares de desabrigados no país.

Em resposta a emergências na Venezuela, o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais informou sobre riscos e ações de uma missão de apoio humanitário enviada pelo Brasil. A operação envolve bombeiros de MG, São Paulo e Paraná, com cães de busca, iniciada no final de junho.

A missão, coordenada pelo Ministério das Relações Exteriores por meio da Agência Brasileira de Cooperação, teve a primeira equipe com 36 militares. Um segundo grupo, de 18 bombeiros e 2 cães, foi enviado em 30 de junho para ampliar as ações de resgate.

Em vídeos divulgados pelo CBMMG, os militares aparecem atuando entre escombros, com foco em buscas técnicas, resgate, atendimento pré-hospitalar e integração com autoridades locais por meio de organismos internacionais.

Missão brasileira

O Brasil confirmou que manterá apoio no curto e médio prazo, conforme declaração do ministro da Defesa, José Múcio. A informação foi dada após visita à Venezuela e de acordo com anúncio público sobre a continuidade da ajuda.

A atuação brasileira ocorre em meio a alerta vermelho do USGS, que classifica o risco sísmico como máximo. O objetivo é apoiar a recuperação das estruturas atingidas e a assistência às pessoas afetadas pelas alterações decorrentes dos abalos.

Balanço de vítimas e feridos

Até o momento, o país venezuelano registrou 2.295 mortes e 11.267 feridos. milhares de desabrigados também foram reportados pelas autoridades locais, com necessidade de abrigos e assistência humanitária contínua.

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