- A bandeira dos Estados Unidos teve 27 versões oficiais ao longo de quase 250 anos, acompanhando a expansão territorial.
- A primeira versão foi adotada em 14 de junho de 1777, com 13 listras vermelhas e brancas e 13 estrelas brancas sobre fundo azul.
- Em 1795, com a entrada de Vermont e Kentucky, passou a ter 15 estrelas e 15 listras; depois, em 1818, voltou a ter 13 listras permanentes e apenas o número de estrelas variava.
- A versão atual entrou em vigor em 4 de julho de 1960, após a entrada do Havaí como 50º estado, passando a ter cinquenta estrelas e treze listras.
- Novas estrelas aparecem apenas no Dia da Independência, em 4 de julho, conforme a legislação.
A bandeira dos Estados Unidos já teve 27 versões oficiais desde a sua adoção. A informação foi divulgada pelo Consulado-Geral dos EUA em São Paulo, destacando a evolução do símbolo em quase 250 anos de história. O número acompanha a entrada de novos estados na União.
A primeira versão oficial foi adotada em 14 de junho de 1777, com 13 listras vermelhas e brancas e 13 estrelas brancas sobre azul, representando os treze estados originais. O desenho enfatizava as origens coloniais do país.
A bandeira acompanhou a expansão territorial. Em 1795, Vermont e Kentucky levaram a bandeira a 15 estrelas e 15 listras. Em 1818 o Congresso fixou 13 listras permanentes; apenas as estrelas passariam a ser alteradas com novos estados.
A versão vigente desde 4 de julho de 1960, após a entrada do Havaí, já reúne 50 estrelas e 13 listras. A data marca a celebração da Independência e também o momento de mudanças na bandeira, conforme a legislação.
Nova estrela entra apenas na data oficial designada, 4 de julho, quando o país comemora a Independência. A regra evita alterações imediatas com cada adesão estadual, mantendo uma tradição histórica.
Além de símbolo nacional, a bandeira indica a formação política e histórica do país. Para viajantes, compreender o significado facilita a leitura de datas como o Flag Day, em 14 de junho, e o Independence Day, em 4 de julho.
Fontes: materiais oficiais divulgados pelo Consulado-Geral dos EUA em São Paulo. Credita-se ainda a história da bandeira aos passos de expansão da União e às leis que regulam suas alterações.
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