- O presidente Donald Trump, do Partido Republicano, organiza as comemorações do 250º aniversário da independência dos EUA, chamadas “Freedom 250”, para o 4 de julho de 2026.
- Segundo pesquisa Reuters/Ipsos divulgada em 8 de junho, 63% desaprovam Trump, 35% aprovam e 2% não souberam responder; inflação e custo de vida são os principais fatores de reprovação.
- Trump disse, em 10 de junho, que “ama a inflação” e que os preços devem recuar quando a guerra com o Irã terminar.
- Em 1º de julho, o presidente ameaçou postos de combustíveis que não reduzirem imediatamente os preços da gasolina.
- A pesquisa aponta que 59% desaprovam a guerra no Oriente Médio; o ano de 2026 traz eleições de meio mandato em 3 de novembro.
O presidente Donald Trump organiza as comemorações do 250º aniversário da independência dos EUA, que ficarão conhecidas como Freedom 250, marcando o dia 4 de julho de 2026 em Washington, D.C. O objetivo é reforçar o discurso patriótico em meio ao desgaste político.
De acordo com a última pesquisa Reuters/Ipsos, 63% dos entrevistados desaprovam o governo Trump, enquanto 35% aprovam. 2% não souberam responder. Entre os principais fatores de reprovação estão a inflação e o custo de vida.
Trump tem buscado manter o tom nacionalista, apesar da popularidade pressionada. Em 10 de junho, ele disse que gosta da inflação e que os preços devem recuar ao fim de uma eventual guerra com o Irã. Em 1º de julho, ameaçou postos de gasolina que não reduzirem os preços.
FREEDOM 250
Estimativas apontam que cerca de 851 mil fogos de artifício serão disparados em Washington, D.C., tentando bater o recorde mundial do Guinness. A celebração é apresentada como a mais grandiosa já realizada na data.
O 4 de julho é apresentado como o feriado mais importante do país, reunindo desfiles, cerimônias e queima de fogos. O ano de 2026 ganha relevância por incluir as eleições de meio mandato, marcadas para 3 de novembro.
As midterms renovam toda a Câmara dos Representantes e parte do Senado, além de governadores. O pleito é visto como um retrato da popularidade de Trump e pode influenciar a posição dos partidos no Congresso. No momento, o Senado e a Câmara têm maioria republicana.
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