- Flávio Bolsonaro (PL) falará em 7 de julho na audiência do USTR sobre a investigação comercial que pode levar a novas tarifas ao Brasil.
- O senador fará uma intervenção de cinco minutos para pedir a suspensão do tarifaço e propor uma resolução negociada das questões identificadas na investigação.
- Ele argumenta que a aplicação de tarifas beneficiaria o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
- A audiência ocorre nos dias 6 e 7 de julho, em Washington, com decisão sobre tarifas prevista para até 15 de julho de 2026; caberá a Trump decidir.
- Representantes de entidades brasileiras e norte-americanas, incluindo CNI, Fiesp e CSN, devem falar, mas o governo brasileiro não enviará representantes.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) falará na audiência do USTR, em Washington, no dia 7 de julho, sobre a investigação comercial que pode levar a novas tarifas ao Brasil. O pronunciamento terá duração de 5 minutos, ao abrir o segundo dia da sessão, marcada para começar às 10h (11h de Brasília).
A audiência ocorre na U.S. International Trade Commission, em Washington DC, nos dias 6 e 7 de julho. O prazo para definir medidas corretivas é 15 de julho de 2026. A decisão sobre aplicação de tarifas fica a cargo do governo dos EUA.
Representantes de confederações e empresas brasileiras e norte-americanas prestarão depoimento. O embaixador Roberto Azevedo, ex-diretor-geral da OMC, irá representar a CNI, a Fiesp e a CSN. Entidades dos EUA, como associações do setor agropecuário e de energia, também participam. O governo brasileiro não enviará representantes à audiência.
Detalhes da audiência
O objetivo de Flávio Bolsonaro é defender a suspensão do tariffão e propor uma resolução negociada das questões identificadas na investigação. A fala ocorre em meio a expectativas de desdobramentos para o comércio entre Brasil e Estados Unidos. O texto enfatiza que a sessão não envolve participação governamental direta.
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