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Brasil envia 6 toneladas de vacinas, remédios e insumos à Venezuela

Brasil envia seis toneladas de vacinas e insumos à Venezuela, com 250 mil doses de raiva e 10 mil da febre amarela, para hospital de campanha da Marinha

Carregamento inclui 250 mil doses de vacina antirrábica canina
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  • Brasil envia cerca de 6 toneladas de vacinas, medicamentos e insumos de saúde à Venezuela, em atuação de ajuda humanitária.
  • A operação é coordenada pela Agência Brasileira de Cooperação (ABC), ligada ao Ministério das Relações Exteriores.
  • A carga partiu às 18h do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo.
  • Dentre os itens, estão 250 mil doses de vacina antirrábica canina, 10 mil doses de vacina contra a febre amarela, medicamentos da Eurofarma e 17 volumes de equipamentos para o Hospital de Campanha da Marinha em La Guaira.
  • As vacinas são transportadas em temperatura controlada; o governo afirma que o envio não compromete os estoques nacionais.

O Brasil enviou neste sábado uma ajuda humanitária à Venezuela, com cerca de 6 toneladas de vacinas, remédios e insumos de saúde. A operação foi coordenada pela Agência Brasileira de Cooperação (ABC), ligada ao Ministério das Relações Exteriores.

A carga partiu às 18h do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo. Segundo o governo, as doações incluem itens provenientes do Ministério da Saúde e da empresa Eurofarma, além de equipamentos enviados pela Marinha do Brasil.

Itens e finalidade

Entre as peças, estão 250 mil doses de vacina antirrábica canina, 10 mil doses de vacina contra a febre amarela, medicamentos da Eurofarma e 17 volumes com equipamentos laboratoriais.

Os equipamentos destinam-se ao Hospital de Campanha da Marinha do Brasil, instalado em La Guaira, na Venezuela. A remessa busca fortalecer a vigilância e o atendimento básico de saúde local.

De acordo com a Secretaria de Comunicação Social da Presidência, as vacinas viajam em temperatura controlada para preservar a qualidade. O governo afirma que o envio não compromete os estoques nacionais.

A nota oficial ressalta que a vacinação contínua, em situações de desastre, contribui para prevenir doenças e reduzir riscos de mortalidade. A iniciativa faz parte de ações humanitárias brasileiras na região.

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