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EUA celebram 250 anos de independência com promessa de recorde de fogos de artificio

O presidente norte-americano Donald Trump prometeu realizar o maior show de fogos de artifício já visto na história dos Estados Unidos

Presidente americano Donald Trump

O presidente Donald Trump prometeu realizar o maior show de fogos de artifício já visto na história dos Estados Unidos durante o feriado da independência, que acontece neste sábado (4). O anúncio foi feito em post na Truth Social, rede social do próprio presidente. Segundo Trump, o evento vai acontecer no Lincoln Memorial e no […]

O presidente Donald Trump prometeu realizar o maior show de fogos de artifício já visto na história dos Estados Unidos durante o feriado da independência, que acontece neste sábado (4). O anúncio foi feito em post na Truth Social, rede social do próprio presidente.

Segundo Trump, o evento vai acontecer no Lincoln Memorial e no Washington Monument, em Washington D.C., a partir das 19h (horário local). Batizada de “Tribute to America”, a celebração pretende homenagear o povo, o espírito e as conquistas do país.

De acordo com o post, mais de 300 integrantes de bandas militares, orquestras e unidades cerimoniais vão se apresentar tocando músicas patrióticas e clássicos americanos.

O 4 de julho marca a data em que o Segundo Congresso Continental adotou de forma unânime a Declaração de Independência em 1776, anunciando a separação das colônias em relação à Grã-Bretanha. O documento ficou marcado por trazer a afirmação de que “todos os homens são criados iguais“.

A data não representa o fim da Guerra de Independência, como muitas vezes se pensa. O conflito continuou por anos e só terminou oficialmente em 3 de setembro de 1783, com a assinatura do Tratado de Paris.

O programa deste ano também inclui sobrevoos e demonstrações aéreas com pilotos e equipamentos militares, além de um discurso do próprio presidente. Para encerrar, haverá a queima de fogos prometida.

Coincidência histórica

Este 4 de julho guarda ainda outro capítulo marcante da história americana: foi nesse mesmo dia, há exatamente 200 anos, que morreram John Adams e Thomas Jefferson, respectivamente o segundo e o terceiro presidentes do país. 

O detalhe que transforma a coincidência em algo ainda mais simbólico é a data em si. Aquele 4 de julho de 1826 marcava exatamente o 50º aniversário da assinatura da Declaração de Independência dos Estados Unidos, documento que os dois ajudaram a redigir e que selou a separação das colônias americanas da Grã-Bretanha.

Os dois faleceram em 1826, com poucas horas de diferença, mas a centenas de quilômetros um do outro. Adams morreu em sua casa em Quincy, Massachusetts, aos 90 anos, depois de meses de saúde debilitada. Jefferson morreu em Monticello, na Virgínia, aos 83 anos, após um período mais longo de doença.

Apesar de terem sido rivais políticos, com Jefferson chegando a derrotar Adams na eleição presidencial de 1800, os dois haviam reatado e mantinham correspondência frequente. Jornais da época reportaram que as últimas palavras de John Adams antes de morrer haviam sido “Jefferson ainda vive”, mostrando a proximidade entre os dois. 

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