- Israel enviou uma delegação de ajuda humanitária à Venezuela após os terremotos, mesmo sem relações diplomáticas com o governo venezuelano.
- A missão foi organizada pelo governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, em conjunto com o Ministério das Relações Exteriores e o Comando da Frente Interna das Forças de Defesa.
- O chanceler Gideon Sa’ar afirmou que a assistência é exclusivamente humanitária e não tem relação com política.
- A delegação, formada por dezenas de especialistas, atuará ao lado das autoridades locais em avaliação de edifícios, vistorias de engenharia e compartilhamento de experiência em resposta a terremotos.
- A missão é chefiada pelo embaixador Yoed Magen e pelo brigadeiro-general Elad Edri, que já atuou em operações de resposta a emergências no Nepal, no México e na Turquia.
Israel enviou uma delegação de ajuda humanitária à Venezuela após os terremotos que atingiram o país, mesmo com o rompimento de relações diplomáticas entre os dois governos. A operação foi organizada pelo governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, em parceria com o Ministério das Relações Exteriores e o Comando da Frente Interna das Forças de Defesa de Israel.
A missão visa apoiar a recuperação, atuando ao lado das autoridades locais na avaliação de edificações danificadas, em vistorias de engenharia e no compartilhamento de experiência israelense em resposta a desastres.
Segundo o chanceler Gideon Sa’ar, a iniciativa tem caráter estritamente humanitário, sem relação com questões políticas. A assistência envolve dezenas de especialistas que trabalharão com autoridades venezuelanas para identificar prioridades de recuperação.
Composição e atuação da delegação
A operação é chefiada pelo embaixador Yoed Magen, diplomata que viveu parte da infância na Venezuela e domina o espanhol. Também integra a delegação o brigadier-general Elad Edri, do Comando da Frente Interna, com experiência em respostas a terremotos no Nepal, México, Turquia e outros locais.
Os trabalhos devem abranger avaliação de estruturas comprometidas, identificação de riscos de desabamento e proposição de soluções técnicas para edifícios danificados, além de compartilhar procedimentos de evacuação e resposta a emergências. Países vizinhos e organizações internacionais costumam acompanhar esse tipo de ajuda humanitária após desastres.
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