- Trump e Vladimir Putin conversaram por quase noventa minutos por telefone, e Trump ofereceu ajuda para buscar solução para a guerra na Ucrânia.
- A conversa ocorreu no contexto da preparação para a cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) na Turquia, na próxima semana, segundo o assessor do Kremlin, Yuri Ushakov.
- Ushakov disse que a Rússia busca uma resolução político-diplomática do conflito e criticou Kiev e aliados europeus por suposta extensão e escalada do ataque, além de acusações de terrorismo contra civis.
- Foi mencionada a continuidade de intermediação dos enviados dos Estados Unidos, Steve Witkoff e Jared Kushner, com possível nova visita a Moscou.
- Em relação aos combates, Putin afirmou que as forças russas avançam, enquanto a Ucrânia negou a captura de Kostiantynivka, mantida sob controle de Kiev segundo o presidente ucraniano e o Estado-Maior.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ofereceu ajuda ao presidente russo, Vladimir Putin, para encontrar uma solução para a guerra na Ucrânia. A afirmação foi feita por Yuri Ushakov, assessor do Kremlin, e divulgada no início deste domingo. A conversa ocorreu por telefone e durou quase 90 minutos.
Segundo Ushakov, Trump fez a oferta durante a participação dele na cúpula da Otan na Turquia, prevista para a próxima semana. O assessor descreveu que o objetivo é chegar a uma solução rápida para encerrar os combates e superar a crise. A Rússia, por sua vez, busca uma resolução político-diplomática do conflito.
Ushakov afirmou ainda que, segundo Trump, enviados dos Estados Unidos, Steve Witkoff e Jared Kushner, continuariam tentando intermediar um acordo e estariam dispostos a retornar a Moscou para novas negociações. Putin, segundo o assessor, descreveu a situação no campo de batalha como favorável às forças russas.
Desdobramentos
Comandantes russos teriam informado a Putin na sexta-feira sobre a captura da cidade estratégica de Kostiantynivka, no leste da Ucrânia. No entanto, no sábado, Zelensky e o Estado-Maior ucraniano negaram a tomada, reiterando que Kiev ainda controla a cidade. O episódio intensifica as divergências sobre o andamento do conflito.
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