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Jovens chineses escolhem viver em cidades fantasmas, segundo FT

Deslocados urbanos escolhem morar em torres inacabadas de cidades-imagem, agravando crise imobiliária e riscos para economia chinesa

VALOR: Uma crise imobiliária ainda maior ameaça a economia da China — Foto: Bloomberg - 07/09/2023
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  • Jovens chineses estão escolhendo viver em cidades consideradas “fantasma”, em meio à crise imobiliária.
  • Moradores do condomínio Prosperous Lakeside Mansion enxergam a baía de Daya ao sul e as colinas de Huizhou.
  • Huizhou é uma cidade com cerca de 6 milhões de habitantes, próxima a Hong Kong.
  • A crise no setor imobiliário é apresentada como uma ameaça maior à economia da China.
  • A imagem associada ao tema é da Bloomberg, com data de 07/09/2023.

Jovens chineses estão escolhendo viver em cidades fantasmas, ocupando torres de um antigo boom imobiliário. A tendência é observada entre moradores de complexos residenciais como o Prosperous Lakeside Mansion, em Huizhou, próximo a Hong Kong.

Os moradores dessas unidades escolhem a região sul da baía de Daya e as colinas ao redor de Huizhou, uma cidade com cerca de 6 milhões de habitantes, para morar com custos menores do que em grandes centros urbanos.

O fenômeno é atribuída à crise do setor imobiliário na China, que deixou imóveis ociosos após o boom de anos. A estratégia evita concentrações em grandes metrópoles, buscando maior acessibilidade e novas dinâmicas de moradia.

Segundo a análise citada pela Financial Times, a transformação de áreas antes valorizadas em bairros quase desabitados evidencia impactos na demografia urbana, na economia local e na oferta de serviços, com mudanças ainda em estudo.

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