- Os presidentes Vladimir Putin e Donald Trump conversaram por telefone no sábado, 4 de julho de 2026, por 85 minutos, a pedido da Casa Branca.
- O Kremlin afirmou que a ligação não foi apenas protocolar, sendo objetiva e construtiva.
- O diálogo tratou da busca de solução para o conflito na Ucrânia, incluindo a participação de Trump na próxima cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).
- Trump reiterou disposição de contribuir para o fim das hostilidades o mais rapidamente possível, e Putin afirmou compromisso com solução diplomática.
- Também houve passagem sobre a Guerra no Irã; ambos sinalizaram abertura para cooperação mutuamente benéfica e manteram o contato, com convite permanente de Putin para visita de Trump à Rússia.
Os presidentes Vladimir Putin e Donald Trump conversaram por telefone no sábado, 4 de julho de 2026, após Putin enviar uma carta aos EUA pelos 250 anos de independência norte-americana. A ligação durou 85 minutos e foi iniciada pela Casa Branca. O objetivo era tratar de temas bilaterais e cenários de cooperação.
A nota do Kremlin informou que o diálogo não foi apenas protocolar, sendo considerado objetivo e construtivo. Segundo o assessor presidencial Yuri Ushakov, os líderes discutiram uma solução para o conflito na Ucrânia, inclusive com a participação de Trump na próxima cúpula da Otan. Ushakov mencionou que o presidente norte-americano reafirmou a disposição de contribuir para o fim das hostilidades o mais rápido possível, enquanto Putin também sinalizou compromisso com uma solução diplomática.
Cooperação e diálogo entre governos
O Kremlin destacou a abertura para ampliar contatos em áreas como defesa, política e economia, com perspectiva de cooperação mutuamente benéfica. Além da Ucrânia, a guerra no Irã foi mencionada, e Putin expressou esperança de que as negociações avancem para soluções duradouras e aceitáveis para as partes envolvidas.
Putin encerrou a conversa reiterando o convite permanente para Trump visitar a Rússia. Ambos concordaram em manter o contato e avaliam a ampliação de canais de comunicação entre os dois governos.
A fala pública reforçou a ideia de retomar um canal de diálogo direto entre as administrações, em meio a flutuações históricas nas relações bilaterais. Não houve anúncio de decisões formais ao término da ligação, que se manteve em tom técnico e de gestão de crise.
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