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<li>A Guarda Revolucionária do Irã afirmou que bombardeios dos EUA interromperam a reabertura gradual do Estreito de Ormuz.</li>
<li>Ataques se intensificaram pelo segundo dia, com o Irã dizendo que visam reduzir a capacidade de transitar pela hidrovia vital ao comércio mundial.</li>
<li>A travessia estava sendo ampliada gradualmente, mas apenas para embarcações autorizadas pelas autoridades iranianas; a Marinha iraniana avisou sobre possível resposta esmagadora dos EUA.</li>
<li>Houve ataques com drones contra instalações estratégicas dos EUA na região, e Ali Khamenei foi sepultado após dias de funeral público.</li>
<li>O Irã afirmou que a capacidade de trânsito sob supervisão iraniana recuperou-se para cerca de 50% dos níveis anteriores à guerra nas últimas duas semanas; o estreito permanece uma rota sensível e a situação é volátil.</li>
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A Guarda Revolucionária do Irã afirmou nesta quinta-feira (9) que os ataques dos Estados Unidos interromperam a reabertura gradual do Estreito de Ormuz. Segundo a força iraniana, Teerã ampliava o tráfego de embarcações pela rota estratégica nas últimas duas semanas.
A Marinha da Guarda Revolucionária afirma que o número de navios em trânsito sob supervisão iraniana chegou a 50% do nível anterior à guerra. Teerã autorizava a passagem apenas de embarcações que seguiam rotas definidas e protocolos de segurança estabelecidos pelo Irã.
O Irã acusa os Estados Unidos de interferir no direcionamento do tráfego marítimo e alertou que novas ações norte-americanas provocarão uma “resposta esmagadora”.
Os Estados Unidos retomaram os ataques contra o Irã após responsabilizar Teerã por ações contra três navios-tanque no Estreito de Ormuz. O Comando Central dos EUA afirmou que a ofensiva busca proteger a liberdade de navegação na região. O Irã não assumiu a autoria dos ataques às embarcações.
Antes da guerra, cerca de um quinto do petróleo comercializado no mundo passava pelo Estreito de Ormuz. A nova escalada amplia a preocupação com a segurança dos navios e o fluxo de energia pela rota.
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