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Janja, com sociedade civil, pode ressignificar o papel de primeira-dama

Janja assume primeira-dama e sinaliza protagonismo: articulação com a sociedade civil para ressignificar o papel do cargo

Rosângela da Silva, a Janja, se torna oficialmente primeira-dama do Brasil neste domingo (1º) — Foto: Evaristo SA/AFP/Getty Images
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  • Com a posse de Lula, neste domingo, Rosângela da Silva — Janja — assume oficialmente o papel de primeira-dama do Brasil.
  • Janja tem 56 anos, 39 deles filiada ao PT, é socióloga pela Universidade Federal do Paraná e tem MBA em Gestão Social e Sustentabilidade; atuou por 15 anos na Itaipu e na Eletrobras.
  • Ela se destaca por ter ensino superior completo entre as primeiras-damas e pela possibilidade de protagonismo político, mirando articulação com a sociedade civil.
  • A ideia é “ressignificar” o papel da primeira-dama, inspirada em referências como Michelle Obama e Evita Perón, mantendo foco técnico e cívico.
  • O presidente Lula disse que ela terá liberdade para definir o que fazer, e Janja reafirmou que não será apenas ajudadora, mas estará ao lado dele para promover esperança.

Rosângela da Silva, conhecida como Janja, assume oficialmente o cargo de primeira-dama do Brasil com a posse de Luiz Inácio Lula da Silva. Ela chega ao posto aos 56 anos, ligada ao PT há 39, e com trajetória diferente de antigas ocupantes.

A nova primeira-dama é socióloga pela Universidade Federal do Paraná, com MBA em Gestão Social e Sustentabilidade. Atuou por 15 anos em áreas ligadas à Itaipu e à Eletrobras, com atuação voltada a projetos sociais e de desenvolvimento.

Para analistas, Janja representa uma mudança de perfil: além de ser esposa de Lula, pode atuar como articuladora entre o governo e a sociedade civil, buscando aproximar políticas públicas de demandas populares.

Durante o período de transição, Janja ficou incumbida de coordenar os preparativos da cerimônia de posse, o que a coloca num papel organizacional do processo inicial. A função, porém, não deve limitar seu desejo de atuação.

Lula já sinalizou que a companheira terá autonomia para definir o que pretende fazer para apoiar o governo. Janja afirmou, em entrevistas, que pretende atuar ao lado do presidente para fortalecer a esperança no país.

A comparação com outras primeiras-damas internacionais aponta para uma possible atuação mais proativa de Janja, na linha de figuras como Brigitte Macron e Ruth Cardoso, com foco em diálogo com a sociedade e participação em iniciativas públicas.

Segundo notícias e estudos citados por jornalistas especializados, a ideia é queJan­­ja utilize sua formação técnica para promover a reconstrução democrática e consolidar um papel de interlocutora entre governo, movimentos sociais e setores da sociedade civil.

Ainda não há detalhes definitivos sobre a agenda da primeira-dama, mas a expectativa é de que Janja explore temas sociais, culturais e de educação, mantendo o equilíbrio entre presença institucional e atuação independente.

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