Sidônio Palmeira assumiu a Secretaria de Comunicação Social (Secom) do governo Lula em meio à crise do PIX, sendo forçado a agir rapidamente para conter a disseminação de fake news sobre o tema. Em sua primeira ação, ele encomendou uma campanha digital às agências de propaganda que atendem a Secom, visando esclarecer informações errôneas que […]
Sidônio Palmeira assumiu a Secretaria de Comunicação Social (Secom) do governo Lula em meio à crise do PIX, sendo forçado a agir rapidamente para conter a disseminação de fake news sobre o tema. Em sua primeira ação, ele encomendou uma campanha digital às agências de propaganda que atendem a Secom, visando esclarecer informações errôneas que circulam nas redes sociais. A primeira audiência de Lula com Sidônio, logo após sua posse, focou na crise do PIX, evidenciando a urgência da situação.
No mesmo dia, Sidônio demitiu Brunna Rosa, responsável pela comunicação digital do governo, e Priscila Calaf, diretora do Departamento de Canais Digitais. A saída de Brunna, próxima da primeira-dama Janja, representa uma mudança significativa na dinâmica da comunicação do governo. Para substituí-la, Sidônio convidou Mariah Queiroz, que atuava na equipe digital do prefeito de Recife, João Campos. Essa movimentação reflete a tentativa de Sidônio de fortalecer a comunicação do governo em um cenário desafiador.
Em entrevista à GloboNews, Sidônio expressou preocupação com as recentes mudanças na política de checagem de fatos da Meta, afirmando que a retirada da checagem não deve ser confundida com liberdade de expressão. Ele ressaltou a importância de o governo ocupar espaço na narrativa sobre o PIX, evitando que fake news prevaleçam. Sidônio também negou que o governo esteja focado nas eleições de 2026, enfatizando que a prioridade é informar a população sobre as ações do governo.
Além disso, Sidônio anunciou planos para abrir uma nova licitação para reforçar a atuação digital do governo, com um investimento previsto de R$ 197 milhões. Essa licitação foi suspensa anteriormente devido a irregularidades, mas agora, com a liberação do Tribunal de Contas da União, o governo pretende avançar. A estratégia inclui a contratação de agências que ajudem a combater a desinformação, um desafio central para a nova gestão da Secom.
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