Ethel Cain gerou polêmica após comentários sobre o assassinato do CEO da UnitedHealthcare, Brian Thompson, que ocorreu em Nova York. Em suas postagens no Instagram, a cantora usou a hashtag #KillMoreCEOs e afirmou que protestos pacíficos não são suficientes para combater a ganância corporativa, sugerindo que a violência poderia ser uma solução. Essas declarações provocaram […]
Ethel Cain gerou polêmica após comentários sobre o assassinato do CEO da UnitedHealthcare, Brian Thompson, que ocorreu em Nova York. Em suas postagens no Instagram, a cantora usou a hashtag #KillMoreCEOs e afirmou que protestos pacíficos não são suficientes para combater a ganância corporativa, sugerindo que a violência poderia ser uma solução. Essas declarações provocaram reações intensas de comentaristas do Fox News, que as classificaram como “terrorismo” e pediram um boicote à artista.
Durante o programa The Big Weekend Show, os apresentadores Jason Chaffetz, Jackie DeAngelis, Anita Vogel e Guy Benson criticaram as palavras de Cain. Benson descreveu a mensagem dela como “doentia” e “depravada”, afirmando que a ideia de que a violência é a resposta se assemelha à retórica de terroristas. Vogel questionou se a Meta, plataforma que baniu Donald Trump após os eventos de 6 de janeiro de 2021, tomaria medidas semelhantes contra Cain.
O assassinato de Thompson, que foi baleado em uma rua de Nova York, levou à prisão de Luigi Mangione, o principal suspeito, que enfrenta acusações de homicídio e terrorismo. Mangione se declarou inocente e, se condenado, pode enfrentar a pena de morte. As declarações de Cain também incluíram críticas a instituições como a NRA e empresas de petróleo, citando o ex-secretário do Trabalho dos EUA, Robert Reich, sobre a corrupção no Congresso.
Além de sua hashtag controversa, Cain expressou que “corporations giggle at protesting” e desafiou a ideia de que “violência nunca é a resposta”, afirmando que, em algumas situações, pode ser. A artista lançou recentemente seu álbum Perverts, que segue seu trabalho anterior, Preacher’s Daughter, de 2022. A repercussão de suas palavras e a resposta da mídia refletem um debate mais amplo sobre a violência e a responsabilidade social das corporações.
Entre na conversa da comunidade