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Kotscho critica Trump: ‘Ele quer ser imperador e ignora as leis do país’

- O juiz federal John Coughenour bloqueou decreto de Trump sobre cidadania. - Quatro estados, incluindo Arizona e Illinois, pediram a suspensão da medida. - O procurador-geral de Nova Jersey afirmou que Trump não é rei. - O filme "Ainda Estou Aqui" foi indicado ao Oscar de 2025, emocionando o elenco. - A obra retrata a luta contra a ditadura no Brasil, simbolizando resistência.

O colunista Ricardo Kotscho, em sua análise no UOL News, criticou a postura do presidente americano, Donald Trump, afirmando que ele parece querer agir como um imperador, desrespeitando as leis do país. Kotscho destacou que o juiz federal John Coughenour considerou inconstitucional um decreto de Trump que negava cidadania a filhos de imigrantes nascidos nos […]

O colunista Ricardo Kotscho, em sua análise no UOL News, criticou a postura do presidente americano, Donald Trump, afirmando que ele parece querer agir como um imperador, desrespeitando as leis do país. Kotscho destacou que o juiz federal John Coughenour considerou inconstitucional um decreto de Trump que negava cidadania a filhos de imigrantes nascidos nos Estados Unidos. A decisão foi em resposta a um pedido de quatro estados e reafirmou a validade da 14ª Emenda, que garante a cidadania a todos nascidos no país.

O procurador-geral de Nova Jersey, Matt Platkin, também se manifestou, enfatizando que o presidente não pode alterar a Constituição com um simples decreto. Ele afirmou que “o presidente não pode, com um simples toque de caneta, fazer com que a 14ª Emenda deixe de existir”. Essa situação gerou reações de procuradores de 22 estados e grupos de ativistas, que se mobilizaram contra a medida.

Em outro destaque do UOL News, o ator Dan Stulbach expressou sua emoção pela indicação do filme “Ainda Estou Aqui” ao Oscar de 2025, ressaltando que a obra celebra a cultura e a história brasileira. Ele elogiou o trabalho do diretor Walter Salles, mencionando que as gravações foram marcadas por um ambiente concentrado e humano, refletindo a importância do filme.

Chico Paiva, neto do ex-deputado Rubens Paiva, também comentou sobre a indicação do longa, considerando-a um final feliz para uma tragédia familiar relacionada à luta contra a ditadura militar. Ele destacou a relevância do filme como símbolo de memória e resgate histórico, afirmando que a história de sua família é uma honra e um orgulho para o país. O filme é baseado no livro de Marcelo Rubens Paiva e retrata a violência do regime militar nos anos 1970.

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