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Investigação revela que mulher de Netanyahu intimidou testemunha em caso de corrupção

- Sara Netanyahu é investigada por intimidação de testemunha e obstrução da justiça. - A investigação foi iniciada após pedido da deputada Naama Lazimi em dezembro. - Sara teria ordenado protestos contra Hadas Klein, testemunha-chave do caso. - Em 2019, ela fez acordo judicial por uso indevido de $ 50 mil de fundos estatais. - A procuradora-geral e o procurador-geral ordenaram a investigação por crimes graves.

A mulher do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, está sendo investigada por suspeitas de intimidação de testemunha e interferência em um caso de corrupção envolvendo seu marido. A investigação foi iniciada após um pedido da deputada Naama Lazimi em dezembro de 2024, levando o Ministério Público a agir. A apuração é conduzida pela polícia local […]

A mulher do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, está sendo investigada por suspeitas de intimidação de testemunha e interferência em um caso de corrupção envolvendo seu marido. A investigação foi iniciada após um pedido da deputada Naama Lazimi em dezembro de 2024, levando o Ministério Público a agir. A apuração é conduzida pela polícia local e pelo Departamento de Crimes Cibernéticos.

A investigação busca confirmar informações veiculadas no programa “Uvda”, do Canal 12, que indicam que Sara Netanyahu teria ordenado a um ex-assessor, Hanni Bleiweiss, a organização de protestos e uma campanha online contra Hadas Klein, uma testemunha crucial em um dos processos judiciais contra o primeiro-ministro. A procuradora-geral Gali Baharav-Miara e o procurador-geral do Estado Amit Aisman estão à frente da investigação, que envolve suspeitas de assédio a testemunhas e obstrução da justiça.

Naama Lazimi declarou que “a mulher do primeiro-ministro é uma criminosa condenada” e que suas ações visavam prejudicar a promotoria e desacreditar uma testemunha, caracterizando crimes graves que devem ser punidos. Em 2019, Sara Netanyahu já havia enfrentado problemas legais, tendo feito um acordo judicial após ser investigada por uso indevido de 50 mil dólares de fundos públicos, gastos em refeições, apesar de contar com um chef em sua residência oficial.

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