Em meio à crescente tensão política no Brasil, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) intensificou a “guerra de bonés” nas redes sociais, criticando o governo de Lula. Nesta quinta-feira, ele postou versões do acessório com mensagens que atacam a recente regulamentação do Imposto sobre Valor Agregado (IVA), aprovada pelo Congresso no final de 2024 e sancionada […]
Em meio à crescente tensão política no Brasil, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) intensificou a “guerra de bonés” nas redes sociais, criticando o governo de Lula. Nesta quinta-feira, ele postou versões do acessório com mensagens que atacam a recente regulamentação do Imposto sobre Valor Agregado (IVA), aprovada pelo Congresso no final de 2024 e sancionada por Lula no mês passado. Em uma das postagens, ele afirmou que “o maior IVA do mundo é dos brasileiros”, referindo-se à nova cobrança.
Além disso, Flávio Bolsonaro criticou o rombo de R$ 14 bilhões no Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, que está sob investigação do Tribunal de Contas da União (TCU). Em suas publicações, ele expressou que “a tara do PT em roubar o futuro de pensionistas, pensionistos e pensionistes não tem limites”, pedindo que deixem os fundos de pensão em paz. Essas declarações refletem a insatisfação com a gestão atual e as preocupações com a segurança financeira dos aposentados.
A manifestação contra o governo, organizada por deputados do PL na segunda-feira, incluiu o uso de bonés com a frase “Comida barata novamente, Bolsonaro 2026”. Os parlamentares também protestaram contra a alta da inflação, segurando carne embalada e gritando “nem picanha, nem café”. Essa ação foi uma resposta ao uso de bonés azuis pelos ministros do governo durante a eleição da cúpula do Congresso, que traziam o slogan “O Brasil é dos brasileiros”.
A estratégia de usar bonés como forma de protesto foi idealizada pelo líder do PL, Sóstenes Cavalcante (RJ), e visa criar um contraponto à campanha de Donald Trump, que popularizou o boné vermelho com o lema “Make America Great Again”. A disputa simbólica entre os acessórios reflete a polarização política no país e a busca por mobilizar apoio popular em meio a um cenário econômico desafiador.
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