Serão levados a júri popular os acusados pelo assassinato de Alcebíades Paes Garcia, conhecido como “Bid”, ocorrido em fevereiro de 2020, na Barra da Tijuca. A decisão foi publicada nesta quarta-feira pela 1ª Vara Criminal do TJ do Rio. O Ministério Público aponta Bernardo Bello Pimentel Barboza como o mandante do crime, sendo ele o […]
Serão levados a júri popular os acusados pelo assassinato de Alcebíades Paes Garcia, conhecido como “Bid”, ocorrido em fevereiro de 2020, na Barra da Tijuca. A decisão foi publicada nesta quarta-feira pela 1ª Vara Criminal do TJ do Rio. O Ministério Público aponta Bernardo Bello Pimentel Barboza como o mandante do crime, sendo ele o líder de uma facção criminosa ligada ao jogo do bicho.
De acordo com a denúncia, o crime foi motivado por disputas pelo controle da contravenção do jogo do bicho e pela exploração de máquinas caça-níqueis na cidade. Bernardo, casado com Tamara Harrouche Garcia, filha de Waldermir Paes Garcia, conhecido como Maninho, temia que Bid retomasse sua influência nos negócios após a morte do patriarca da família Garcia.
Bid foi executado com dezenas de disparos de fuzil ao desembarcar de uma van, após assistir aos desfiles de carnaval no Sambódromo. A investigação revela que Bernardo ordenou a execução para evitar a recuperação do poder de Bid sobre os negócios da contravenção.
Além de Bernardo, outros réus incluem Wagner Dantas Alegre, acusado de ser um dos atiradores, e Carlos Diego da Costa Cabral e Thyago Ivan da Silva, que integravam a escolta de Bid e facilitaram a emboscada ao fornecer a localização da vítima aos criminosos.
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