O presidente da Fiesp, Josué Gomes, enfrenta um novo processo da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), sendo esta a segunda ação em menos de uma semana. O primeiro processo, revelado na segunda-feira, envolveu a suspensão do registro da Springs Global, enquanto a nova ação investiga a suspensão do registro da Coteminas, empresa têxtil sob seu […]
O presidente da Fiesp, Josué Gomes, enfrenta um novo processo da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), sendo esta a segunda ação em menos de uma semana. O primeiro processo, revelado na segunda-feira, envolveu a suspensão do registro da Springs Global, enquanto a nova ação investiga a suspensão do registro da Coteminas, empresa têxtil sob seu controle. Ambas as empresas estão em recuperação judicial e tiveram seus registros suspensos por não publicarem suas demonstrações financeiras por mais de um ano.
Além de Josué Gomes, a filha dele, Bárbara Gomes da Silva, que ocupa cargos na Springs e na Coteminas, também é acusada. O terceiro réu no novo processo é João Batista da Cunha Bomfim, diretor de relações com investidores da Coteminas. Apesar de os processos abordarem questões semelhantes, Gomes terá que apresentar duas defesas distintas e será julgado separadamente em cada caso.
No primeiro processo, Josué Gomes não se manifestou, mas a Springs Global divulgou um comunicado afirmando que está trabalhando para regularizar a situação das demonstrações financeiras. A empresa garantiu que pretende entregar as Informações Trimestrais referentes ao segundo e terceiro trimestres de 2024 nas próximas semanas, confiando que isso será considerado pela CVM.
A situação das empresas controladas por Gomes levanta preocupações sobre a transparência financeira e a governança corporativa, especialmente em um contexto de recuperação judicial. A CVM, responsável por regular o mercado de valores mobiliários no Brasil, continua a monitorar as ações das empresas e seus diretores.
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