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Advogada da vítima de Daniel Alves anuncia recurso contra anulação da condenação

- A advogada da vítima de Daniel Alves anunciou recurso contra a anulação da condenação. - O Tribunal Superior da Catalunha considerou insuficientes as provas contra Alves. - Protestos em São Paulo exigem justiça e denunciam impunidade em casos de violência. - A Promotoria de Barcelona também planeja contestar a decisão judicial. - Daniel Alves, ex-jogador do Barcelona, já teve quatro versões sobre o caso.

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A jovem espanhola que acusou o ex-jogador brasileiro Daniel Alves de estupro decidiu recorrer da anulação da condenação do atleta, que foi determinada pelo Tribunal Superior da Catalunha na semana passada. A advogada da vítima informou que o recurso será apresentado na próxima segunda-feira, dia sete. Alves, que havia sido condenado a quatro anos e seis meses de prisão, teve sua sentença anulada por falta de provas suficientes, conforme os juízes, que também mencionaram as mudanças de versão do acusado durante o processo.

Além disso, a Promotoria de Barcelona também planeja contestar a decisão do tribunal. Com esses novos recursos, o caso será reavaliado na instância mais alta da Justiça espanhola. Daniel Alves, que já estava em liberdade provisória desde março do ano passado, compareceu ao tribunal para trâmites administrativos e recuperou seus passaportes, que estavam retidos desde sua prisão em 2023. O ex-jogador, que possui nacionalidade espanhola, ainda não se manifestou sobre uma possível viagem ao Brasil.

Na última sexta-feira, um grupo de mulheres realizou um protesto em São Paulo, em frente ao Consulado Geral da Espanha, para exigir justiça e denunciar a impunidade em casos de violência contra mulheres. As manifestantes, representando movimentos feministas e sociais, criticaram a decisão judicial, que consideram um retrocesso na luta contra a violência de gênero. O ato também abordou a cultura do estupro e a suposta cumplicidade de figuras públicas, como Neymar, que teria ajudado a pagar a fiança de Alves.

O caso de Daniel Alves, que ocorreu em uma discoteca em Barcelona em dezembro de 2022, gerou grande repercussão. A vítima relatou que foi estuprada dentro de um banheiro da área VIP do local, e exames de corpo de delito confirmaram a presença de sêmen. Apesar das evidências, os juízes da seção de recursos do tribunal consideraram que o depoimento da jovem não era suficiente para sustentar a condenação, levando à absolvição do ex-jogador.

A jovem espanhola que acusou o ex-jogador brasileiro Daniel Alves de estupro anunciou que irá recorrer da anulação da condenação do atleta, decidida pelo Tribunal Superior da Catalunha na semana passada. A advogada da vítima informou que o recurso será apresentado na próxima segunda-feira, dia sete. Alves, que foi condenado a quatro anos e seis meses de prisão, teve sua sentença anulada por falta de provas suficientes, segundo os juízes, que também destacaram as mudanças de versão do acusado ao longo do processo.

A Promotoria de Barcelona também planeja contestar a decisão do tribunal. Com os novos recursos, o caso será reavaliado na instância mais alta da Justiça espanhola. Daniel Alves, que já estava em liberdade provisória desde março do ano passado, compareceu ao tribunal para trâmites administrativos e recuperou seus passaportes, que estavam retidos desde sua prisão em 2023. O ex-jogador, que possui nacionalidade espanhola, ainda não se manifestou sobre uma possível viagem ao Brasil.

Na última sexta-feira, um grupo de mulheres realizou um protesto em São Paulo, em frente ao Consulado Geral da Espanha, para exigir justiça e denunciar a impunidade em casos de violência contra mulheres. As manifestantes, representando movimentos feministas e sociais, criticaram a decisão judicial que consideram um retrocesso na luta contra a violência de gênero. O ato também abordou a cultura do estupro e a suposta cumplicidade de figuras públicas, como Neymar, que teria ajudado a pagar a fiança de Alves.

O caso de Daniel Alves, que ocorreu em uma discoteca em Barcelona em dezembro de 2022, gerou grande repercussão. A vítima relatou que foi estuprada dentro de um banheiro da área VIP do local, e exames de corpo de delito confirmaram a presença de sêmen. Apesar das evidências, os juízes da seção de recursos do tribunal consideraram que o depoimento da jovem não era suficiente para sustentar a condenação, levando à absolvição do ex-jogador.

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