Uma mulher de 64 anos, Livia Tossici-Bolt, foi condenada à liberdade condicional e a pagar uma multa de € 20 mil por violar uma “zona tampão” em Bournemouth, na Inglaterra. Ela foi acusada de segurar uma placa com a mensagem “Aqui para conversar, se quiser” em uma área de 150 metros de uma clínica de aborto, onde são proibidas orações e abordagens pró-vida. O Tribunal de Magistrados de Poole decidiu que sua presença poderia impactar negativamente as mulheres que frequentam a clínica.
O advogado da ADF International, que defende Tossici-Bolt, criticou a falta de evidências de que ela causou dano a qualquer pessoa. O consultor jurídico da organização, Lorcán Price, afirmou que a condenação levanta preocupações sobre a liberdade de expressão no Reino Unido, destacando que a mulher foi penalizada apenas por oferecer uma conversa em um espaço público.
O caso chamou a atenção do Bureau de Democracia, Direitos Humanos e Trabalho do Departamento de Estado dos Estados Unidos, que expressou preocupação com a situação da liberdade de expressão no Reino Unido. O departamento afirmou que está monitorando o caso e ressaltou a importância de proteger os direitos fundamentais.
Após a decisão judicial, Livia declarou que o veredicto representa um dia sombrio para a Grã-Bretanha, afirmando que sua intenção não era protestar, mas apenas oferecer uma conversa consensual. Ela enfatizou que a liberdade de expressão está em crise no país e que o caso tem implicações significativas para o mundo ocidental.
Uma cristã de 64 anos, Livia Tossici-Bolt, foi condenada à liberdade condicional e a pagar uma multa de € 20 mil por violar uma “zona tampão” em Bournemouth, Inglaterra. Ela foi acusada de segurar uma placa com a mensagem “Aqui para conversar, se quiser” em uma área de 150 metros de uma clínica de aborto, onde são proibidas orações e abordagens pró-vida. O Tribunal de Magistrados de Poole decidiu que sua presença poderia impactar negativamente as mulheres que frequentam a clínica.
O advogado da ADF International, que defende Tossici-Bolt, criticou a falta de evidências de que ela causou dano a qualquer pessoa. O consultor jurídico da organização, Lorcán Price, afirmou que a condenação levanta preocupações sobre a liberdade de expressão no Reino Unido, destacando que a mulher foi penalizada apenas por oferecer uma conversa em um espaço público.
O caso chamou a atenção do Bureau de Democracia, Direitos Humanos e Trabalho (DRL) do Departamento de Estado dos Estados Unidos, que expressou preocupação com a situação da liberdade de expressão no Reino Unido. O departamento afirmou que está monitorando o caso e ressaltou a importância de proteger os direitos fundamentais.
Após a decisão judicial, Livia declarou que o veredicto representa um dia sombrio para a Grã-Bretanha, afirmando que sua intenção não era protestar, mas apenas oferecer uma conversa consensual. Ela enfatizou que a liberdade de expressão está em crise no país e que o caso tem implicações significativas para o mundo ocidental.
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