Os bispos católicos dos Estados Unidos decidiram encerrar suas parcerias com o governo federal, que duraram 50 anos, para ajudar refugiados e crianças. Essa decisão foi tomada porque o governo Trump cortou o financiamento para o reassentamento de refugiados, o que dificultou a continuidade dos serviços. O arcebispo Timothy Broglio, presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos EUA, afirmou que não conseguem manter o trabalho sem o apoio do governo. Eles estão procurando novas formas de ajudar os refugiados que já estão nos programas e pedem orações para os funcionários e refugiados afetados. Além disso, os bispos processaram o governo Trump por dinheiro que acreditam que deveriam receber para ajudar os refugiados, mas um juiz decidiu que essa questão deve ser resolvida em outro tribunal. Com o fim das parcerias, os bispos não vão renovar os acordos existentes com o governo.
Os bispos católicos dos Estados Unidos anunciaram o fim de suas parcerias com o governo federal, que duraram cinco décadas, para atender refugiados e crianças. A decisão, considerada “de partir o coração”, foi motivada pela interrupção abrupta do financiamento para reassentamento de refugiados durante a administração Trump. Segundo o presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos EUA, arcebispo Timothy Broglio, a organização não consegue manter os serviços sem o apoio federal.
Os bispos afirmaram que a interrupção das parcerias resultará em uma diminuição significativa dos serviços oferecidos anteriormente às populações necessitadas. Broglio destacou que a Conferência está buscando alternativas para apoiar os refugiados já admitidos nos programas, pedindo orações para os funcionários e refugiados afetados pela decisão.
Além disso, os bispos processaram a administração Trump em fevereiro, reivindicando milhões de dólares que já haviam sido alocados pelo Congresso para auxílio a refugiados. No entanto, um juiz federal decidiu que não poderia ordenar o pagamento, alegando que a disputa contratual deveria ser resolvida na Corte de Reclamações Federais. Os bispos estão atualmente apelando dessa decisão.
Com o fim das parcerias, os bispos não renovarão os acordos existentes com o governo, embora a duração desses contratos não tenha sido especificada. A mudança representa um desafio significativo para as agências católicas que tradicionalmente prestaram assistência a refugiados e crianças nos Estados Unidos.
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