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Dois agentes da alfândega dos EUA são acusados de aceitar subornos para facilitar entrada ilegal no país

- Dois inspetores da U.S. Customs and Border Protection foram acusados de corrupção. - Farlis Almonte e Ricardo Rodriguez aceitaram subornos para permitir entrada ilegal. - Investigação revelou comunicação com traficantes e depósitos em dinheiro suspeitos. - Almonte enfrenta possíveis acusações adicionais de lavagem de dinheiro e obstrução. - Casos semelhantes de corrupção já afetaram cinco agentes na área de San Diego.

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Dois inspetores da U.S. Customs and Border Protection, Farlis Almonte e Ricardo Rodriguez, foram acusados de aceitar subornos para permitir a entrada de pessoas sem documentos nos Estados Unidos. As acusações surgiram após investigações que revelaram comunicações entre os inspetores e traficantes de pessoas no México, além de depósitos em dinheiro em suas contas bancárias. Os inspetores atuavam no San Ysidro Port of Entry, o mais movimentado do país.

A investigação começou após a prisão de três contrabandistas que alegaram estar colaborando com agentes da fronteira. Durante a custódia de Almonte, foram apreendidos quase R$ 70 mil em dinheiro, que se acredita que sua parceira estava tentando levar para Tijuana. Os procuradores afirmaram que os inspetores permitiram a passagem de veículos com pessoas não documentadas, recebendo milhares de dólares por cada um.

Um vídeo de vigilância mostrou um caso em que apenas o motorista de um veículo foi documentado ao passar pelo ponto de controle. Ambos os inspetores enfrentam sérias acusações, incluindo a possibilidade de lavagem de dinheiro e obstrução da justiça. Nos últimos dois anos, cinco agentes da U.S. Customs and Border Protection na área de San Diego enfrentaram acusações semelhantes de corrupção.

O ex-inspector Leonard Darnell George foi condenado a 23 anos de prisão por aceitar subornos para permitir a entrada de veículos carregados de drogas e pessoas. As autoridades enfatizam que qualquer agente que colabore com contrabandistas compromete sua integridade e a segurança nacional.

Dois inspetores da U.S. Customs and Border Protection, Farlis Almonte e Ricardo Rodriguez, foram acusados de aceitar subornos para permitir a entrada de pessoas sem documentos nos Estados Unidos. As acusações surgiram após investigações que revelaram comunicações entre os inspetores e traficantes de pessoas no México, além de depósitos em dinheiro em suas contas bancárias.

Os inspetores estavam designados para os postos de inspeção no San Ysidro Port of Entry, o mais movimentado do país. A investigação começou após a prisão de três contrabandistas que alegaram estar colaborando com agentes da fronteira. Durante a custódia de Almonte, foram apreendidos quase R$ 70 mil em dinheiro, que se acredita que sua parceira estava tentando levar para Tijuana.

Procuradores afirmaram que os inspetores permitiram a passagem de veículos com pessoas não documentadas, recebendo milhares de dólares por cada um. Um vídeo de vigilância mostrou um caso em que apenas o motorista de um veículo foi documentado ao passar pelo ponto de controle. Ambos os inspetores enfrentam sérias acusações, incluindo a possibilidade de lavagem de dinheiro e obstrução da justiça.

Nos últimos dois anos, cinco agentes da U.S. Customs and Border Protection na área de San Diego enfrentaram acusações semelhantes de corrupção. O ex-inspector Leonard Darnell George foi condenado a 23 anos de prisão por aceitar subornos para permitir a entrada de veículos carregados de drogas e pessoas. As autoridades ressaltam que qualquer agente que colabore com contrabandistas compromete sua integridade e a segurança nacional.

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