O governo dos Estados Unidos, durante a administração de Donald Trump, decidiu cancelar programas de ajuda humanitária no Oriente Médio. Essa decisão foi tomada para facilitar a gestão do governo, segundo informações de autoridades dos EUA e da ONU. As ordens para encerrar esses projetos vieram de Jeremy Lewin, um funcionário nomeado por Elon Musk.
Cerca de sessenta programas foram cancelados, incluindo iniciativas do Programa Mundial de Alimentos, que ajuda a fornecer comida em várias partes do mundo. O financiamento foi interrompido em países como Líbano, Jordânia e Síria, afetando diretamente refugiados sírios e outras populações vulneráveis. O Iêmen, que enfrenta uma grave crise humanitária, também foi impactado, com a suspensão de alimentos que já estavam a caminho de distribuição. Além disso, um programa que permitia que jovens mulheres afegãs estudassem fora do país foi encerrado, mesmo com as restrições do Talibã à educação feminina. Essas mudanças ocorrem em meio a uma promessa de manter cerca de novecentos programas, conforme indicado pelo Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio.
O governo dos Estados Unidos, sob a administração de Donald Trump, avançou no desmantelamento da Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) ao cancelar programas humanitários no Oriente Médio. As informações foram confirmadas por autoridades dos EUA e da ONU, que relataram que a decisão foi tomada “para a conveniência do governo dos EUA”. As diretrizes para o encerramento dos projetos vieram de Jeremy Lewin, um alto funcionário do Departamento de Eficiência Governamental, nomeado por Elon Musk.
Cerca de sessenta cartas de cancelamento foram emitidas na semana passada, afetando projetos significativos, como os do Programa Mundial de Alimentos, que é o principal fornecedor de ajuda alimentar global. O representante da ONU no Oriente Médio confirmou que o financiamento foi interrompido em países como Líbano, Jordânia e Síria, impactando diretamente refugiados sírios e populações vulneráveis.
Além disso, o corte de ajuda também atingiu o Iêmen, que enfrenta um dos maiores desastres humanitários do mundo. A assistência cancelada inclui alimentos que já estavam a caminho de centros de distribuição. Outro programa afetado foi o que permitia que jovens mulheres afegãs estudassem no exterior, mesmo diante das restrições impostas pelo Talibã à educação feminina.
Essas medidas ocorrem em um contexto de aproximadamente novecentos programas que o Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, havia indicado que seriam mantidos. O impacto dessas decisões é significativo, pois os programas encerrados forneciam alimentos, água potável, serviços médicos e abrigo a populações deslocadas por conflitos armados.
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