Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Câmara dos Deputados vota urgência para criação de 160 novas funções no STF

Câmara dos Deputados vota hoje urgência para projeto que cria 160 funções comissionadas no STF, com custo de R$ 22 bilhões em três anos.

0:00
Carregando...
0:00

Hoje, a Câmara dos Deputados vai votar um pedido para acelerar a análise de um projeto que cria 160 novos cargos no Supremo Tribunal Federal (STF). Se o pedido for aprovado, a proposta poderá ser discutida rapidamente. O presidente da Câmara, Hugo Motta, apresentou essa ideia em uma reunião recente, e não houve objeções.

O projeto, enviado pelo presidente do STF, Luís Roberto Barroso, em março de 2024, propõe a criação de cargos chamados “assistente VI”, que ficarão nos gabinetes dos ministros. Os servidores que ocuparem esses cargos receberão um bônus de R$ 3.452,10. Esses novos cargos são para funcionários que já têm posições de liderança no STF.

O custo para implementar essas funções é estimado em R$ 22 bilhões em três anos. Como a proposta não foi votada no ano passado, esse valor precisará ser ajustado. O texto afirma que a criação dos novos cargos não aumentará os gastos, pois o dinheiro já está previsto no orçamento do STF.

Atualmente, os gabinetes dos ministros têm 17 funções comissionadas. O projeto quer substituir esses cargos pelos novos assistentes, realocando os que têm salários menores para outras áreas do tribunal. A boa relação entre o presidente da Câmara e os ministros do STF pode ajudar na tramitação do projeto.

A Câmara dos Deputados deve votar hoje um requerimento de urgência para acelerar a análise de um projeto de lei que propõe a criação de 160 funções comissionadas no Supremo Tribunal Federal (STF). Com a aprovação, a proposta poderá ser discutida a qualquer momento. O presidente da Câmara, Hugo Motta, apresentou a ideia na última reunião de líderes, onde não houve objeções.

O projeto, enviado pelo presidente do STF, Luís Roberto Barroso, em março de 2024, prevê a criação de cargos identificados como “assistente VI”, que ficarão nos gabinetes dos ministros. Os servidores que ocuparem essas funções receberão um bônus de R$ 3.452,10. As novas funções são destinadas a funcionários de carreira do STF que já ocupam posições de gerência ou confiança.

O custo estimado para a implementação dessas funções é de R$ 22 bilhões em três anos. Como a proposta não foi votada no ano anterior, será necessário reajustar esse valor. Segundo o texto, a criação das funções não aumentará o limite das despesas primárias, pois os recursos já estão previstos no orçamento do STF.

Atualmente, os gabinetes dos ministros contam com 17 funções comissionadas. O projeto visa substituir esses cargos por servidores da nova sigla FC-6, realocando os assistentes com gratificações menores para outras áreas da Corte. A relação cordial entre o presidente da Câmara e os ministros do STF é vista como um fator que pode influenciar a tramitação do projeto.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais