Um juiz dos Estados Unidos decidiu que a Casa Branca deve permitir que jornalistas da Associated Press (AP) tenham acesso ao Salão Oval e a outros eventos presidenciais. Essa decisão veio depois que a administração de Donald Trump bloqueou o acesso da AP em fevereiro, porque a agência se recusou a usar o termo “Golfo da América”, que o presidente havia imposto. O juiz afirmou que essa proibição violava a liberdade de expressão garantida pela Constituição. Ele explicou que, se o governo permite que alguns jornalistas entrem, não pode excluir outros por causa de suas opiniões. Embora a decisão não garanta acesso permanente, ela assegura que a AP não pode ser tratada de forma diferente em relação a outras agências de notícias. A Casa Branca tem cinco dias para apelar, mas ainda não anunciou o que fará. A AP processou três assessores da Casa Branca, alegando que a restrição era uma forma de retaliação. O advogado da AP disse que a agência apenas segue uma prática jornalística de longa data ao não adotar o novo nome para o Golfo. A decisão do juiz é um revés para a administração Trump, que havia mudado as regras de acesso à imprensa, excluindo a AP do grupo de jornalistas que cobrem eventos presidenciais.
Um juiz federal dos Estados Unidos, Trevor McFadden, determinou que a Casa Branca deve restaurar o acesso da Associated Press (AP) ao Salão Oval e a outros eventos presidenciais. A decisão foi tomada após a administração de Donald Trump restringir o acesso da agência em fevereiro, em resposta à recusa da AP em adotar o termo “Golfo da América”, imposto pelo presidente. McFadden afirmou que essa restrição violava a Primeira Emenda da Constituição, que garante a liberdade de expressão.
O juiz destacou que, se o governo permite a entrada de alguns jornalistas, não pode excluir outros com base em suas opiniões. A decisão não garante acesso permanente, mas assegura que a AP não pode ser tratada de forma desigual em relação a outras agências de notícias. A Casa Branca tem cinco dias para apelar da decisão, mas ainda não anunciou seus planos.
A AP entrou com uma ação judicial contra três assessores da Casa Branca, alegando que a restrição era uma forma de retaliação. O advogado da AP, Charles Tobin, argumentou que a agência foi alvo de uma “retaliação abjeta” por parte do governo. A AP, que se recusa a usar o novo nome para o Golfo, defende que sua decisão é baseada em uma prática jornalística de longa data.
A decisão do juiz representa um revés para a administração Trump, que havia mudado a política de acesso à imprensa, excluindo a AP do grupo de jornalistas que cobrem eventos presidenciais. O advogado do Departamento de Justiça argumentou que a Casa Branca tem a prerrogativa de decidir quem faz parte do pool de imprensa, mas a decisão de McFadden reafirma a importância da liberdade de imprensa e o direito de acesso à informação.
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