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Justiça de São Paulo rejeita pedido de curatela de Abdul Fares sobre seu pai, Jamel Fares

A Justiça de São Paulo rejeitou o pedido de Abdul Fares para interditar seu pai, Jamel Fares, por supostos problemas de saúde mental. A juíza Cecília Euzebio considerou a ação inepta e identificou contradições nas alegações do herdeiro, que também foi condenado a arcar com as custas processuais. Jamel, por sua vez, registrou queixa-crime contra Abdul por falsidade ideológica, chamando-o de "ingrato e parasita". O caso, que envolve questões familiares e patrimoniais, levanta preocupações sobre a dinâmica entre pai e filho no contexto do grupo Marabraz.

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A Justiça de São Paulo negou o pedido de Abdul Fares, que queria interditar seu pai, Jamel Fares, alegando problemas de saúde mental e dependência de medicamentos. A juíza Cecília Euzebio considerou o pedido inadequado e mandou Abdul pagar as custas do processo. O caso surgiu após uma busca da assessoria jurídica da empresa Marabraz, da qual Abdul é herdeiro.

Jamel, por sua vez, fez uma queixa-crime contra o filho, acusando-o de falsidade ideológica. A defesa de Jamel provou que ele nunca morou em Simões Filho, na Bahia, como Abdul havia afirmado. O Ministério Público também se envolveu, sugerindo que o caso fosse enviado para Barueri, em São Paulo, onde Abdul vive, e indicando que poderia haver crimes a serem investigados.

A juíza notou contradições nas alegações de Abdul, que dizia que o pai estava incapacitado, mas também mencionou ter encontrado soluções para problemas familiares. Recentemente, Abdul enfrentou outro problema judicial, pois seu pai e tio conseguiram o controle da LP Administradora de Bens, que cuida de um patrimônio de cerca de 5 bilhões de reais.

A Justiça de São Paulo rejeitou o pedido de Abdul Fares, herdeiro do grupo Marabraz e noivo da atriz Marina Ruy Barbosa, para interditar seu pai, Jamel Fares, alegando problemas de saúde mental e dependência química. A juíza Cecília Euzebio considerou a ação inepta e condenou Abdul a arcar com as custas processuais. O caso, que tramitava na comarca de Simões Filho, na Bahia, foi motivado por uma busca ativa da assessoria jurídica da empresa.

Jamel Fares registrou uma queixa-crime contra o filho, acusando-o de falsidade ideológica. A defesa de Jamel contestou as alegações de Abdul, provando que ele nunca residiu em Simões Filho, como afirmado. O Ministério Público também se manifestou, sugerindo a remessa do caso para Barueri, em São Paulo, onde Abdul reside, e indicando que tomaria medidas sobre possíveis crimes.

A juíza destacou contradições nas alegações de Abdul, que, apesar de afirmar que o pai estava incapacitado, mencionou ter encontrado soluções para problemas familiares e empresariais. A magistrada concluiu que o pedido não se baseava em incapacidade, mas em questões pessoais. Recentemente, Abdul enfrentou outro revés judicial, com seu pai e tio obtendo controle sobre a LP Administradora de Bens, que administra um patrimônio estimado em R$ 5 bilhões.

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