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Gabriela Goldbaum denuncia violência vicária do presidente Daniel Noboa em audiência pública

Gabriela Goldbaum denuncia uso político da filha pelo ex-marido, o presidente Daniel Noboa, e busca tipificação da violência vicária no Equador.

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Gabriela Goldbaum, ex-esposa do presidente do Equador, Daniel Noboa, denunciou que sofreu violência vicária após o divórcio. Ela afirmou que Noboa usou a filha deles, Luisa, para machucá-la. Durante uma fala no Congresso, Goldbaum explicou que essa forma de violência não é reconhecida no Equador, embora seja um crime em outros países.

Goldbaum acusou Noboa de usar seu cargo para influenciar decisões judiciais e expor a filha em eventos políticos. Ela contou que teve dificuldades para se comunicar com Luisa, pois a nova parceira de Noboa, Lavina Valbonesi, a impediu de falar com a criança, dizendo que Luisa não se lembrava dela.

Além disso, Goldbaum mencionou que Noboa fez várias ações judiciais contra ela, mas sem sucesso. No entanto, a situação piorou após ele se tornar presidente, com decisões judiciais que favorecem Noboa. Uma advogada comentou que há dúvidas sobre a imparcialidade do sistema judicial, já que alguns juízes têm laços com o presidente.

Goldbaum quer proteger sua filha e também mudar a cultura que aceita a violência vicária no Equador. Ela disse que muitas mulheres se identificaram com sua história, mostrando que o problema é maior. Noboa negou as acusações e afirmou que Goldbaum usa a filha para se vingar dele.

Gabriela Goldbaum, ex-esposa do presidente do Equador, Daniel Noboa, denunciou publicamente a violência vicária que sofreu desde o divórcio, alegando que Noboa instrumentalizou sua filha para causar-lhe dor. Durante uma declaração no Congresso, Goldbaum afirmou que Noboa a usou como um objeto para se vingar, destacando que essa forma de violência é um crime reconhecido em outros países, mas ainda não tipificado no Equador.

Goldbaum acusou Noboa de utilizar sua posição como presidente para influenciar decisões judiciais e expor a filha em eventos políticos, enquanto busca apoio para a inclusão da violência vicária no código penal. Ela compartilhou experiências de tentativas frustradas de se comunicar com a filha, revelando que a nova parceira de Noboa, Lavina Valbonesi, a impediu de falar com a criança, alegando que a menina não se lembrava dela.

Além disso, Goldbaum relatou que Noboa interpôs diversas ações judiciais contra ela, sem sucesso, mas que a situação se agravou após ele assumir a presidência. Ela mencionou irregularidades em decisões judiciais que favorecem Noboa, incluindo um caso em que um juiz, casado com uma ex-advogada do presidente, alterou uma decisão sobre a guarda da criança. A advogada Maria Dolores Niño, do Observatório Direitos e Justiça, questionou a imparcialidade do sistema judicial, dada a proximidade de alguns juízes com o presidente.

Goldbaum enfatizou que suas denúncias visam não apenas proteger sua filha, mas também mudar uma cultura que normaliza a violência vicária no Equador. Ela relatou que muitas mulheres se identificaram com sua situação, revelando um problema social mais amplo. O presidente Noboa, por sua vez, negou as acusações e afirmou que Goldbaum utiliza a filha como uma forma de retaliação.

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