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Disputa interna na Rede Sustentabilidade é adiada após decisão judicial sobre irregularidades

Disputa interna na Rede Sustentabilidade adia congresso nacional após indícios de fraudes e falta de transparência nas conferências estaduais.

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A Rede Sustentabilidade, que tem grupos liderados por Marina Silva e Heloísa Helena, enfrentou um novo problema. O congresso nacional do partido, que aconteceria de 11 a 13 de abril, foi adiado por decisão judicial. O desembargador Fábio Eduardo Marques, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, tomou essa decisão devido a suspeitas de fraudes nas conferências estaduais e falta de clareza na lista de delegados.

Giovanni Mockus, apoiado por Marina, pediu o adiamento, apontando irregularidades, como a suspensão de delegados no Rio de Janeiro. A decisão judicial também considerou que havia risco de gastar R$ 1 milhão em recursos públicos. O juiz Pedro Matos de Arruda pediu que a lista de delegados fosse apresentada até 9 de abril, mas o grupo de Marina alegou que a entrega foi desorganizada, o que prejudicou a transparência. Nos últimos meses, o partido teve disputas judiciais em vários estados, com denúncias de filiações irregulares. A divisão entre Marina e Heloísa reflete visões diferentes sobre o futuro do partido. Enquanto os aliados de Heloísa apoiam Paulo Lamac, Marina defende Giovanni Mockus. As diferenças também se mostram na relação com o governo federal, já que Marina faz parte da gestão do presidente Lula, enquanto Heloísa critica o PT desde 2003.

A disputa interna na Rede Sustentabilidade, envolvendo os grupos liderados pela ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e pela ex-senadora Heloísa Helena, teve um novo desdobramento. O congresso nacional do partido, agendado para os dias 11 a 13 de abril, foi adiado por decisão judicial. A liminar foi concedida pelo desembargador Fábio Eduardo Marques, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT), devido a indícios de fraudes nas conferências estaduais e à falta de clareza na lista de delegados.

O pedido para o adiamento partiu de Giovanni Mockus, candidato apoiado por Marina, que alegou irregularidades nas conferências, como a suspensão de delegados no Rio de Janeiro. A decisão judicial também considerou o risco de um gasto irreversível de R$ 1 milhão em recursos públicos. O juiz Pedro Matos de Arruda determinou que a documentação sobre os delegados fosse apresentada até o dia 9 de abril, mas o grupo de Marina afirmou que os arquivos foram entregues de forma desorganizada, comprometendo a transparência.

Nos últimos meses, a Rede enfrentou disputas judiciais em pelo menos cinco estados, com denúncias de filiações irregulares. O caso mais notável ocorreu na Bahia, onde duas convenções paralelas foram realizadas. Enquanto o grupo de Marina ocupou o local designado, a ala de Heloísa se reuniu em um saguão. A divisão ideológica entre as duas líderes, que remonta a 2022, se reflete em suas visões sobre o futuro do partido.

Atualmente, os aliados de Heloísa defendem Paulo Lamac como próximo porta-voz da Rede, enquanto Marina apoia Giovanni Mockus. As divergências entre as líderes também se manifestam na relação com o governo federal, com Marina integrando a gestão do presidente Lula e Heloísa mantendo uma postura crítica ao PT desde 2003.

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