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Megaoperação desmantela esquema de lavagem de dinheiro do Comando Vermelho e PCC

Operação Contenção revela esquema de R$ 6 bilhões do Comando Vermelho e PCC, desarticulando rede de lavagem de dinheiro em SP e RJ.

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As investigações da Polícia Civil do Rio de Janeiro levaram à Operação Contenção, que desmantelou uma rede criminosa que movimentou 6 bilhões de reais em um ano. A operação começou após bancos alertarem sobre depósitos suspeitos, principalmente em áreas da cidade. Os membros do Comando Vermelho faziam depósitos frequentes, variando de 150 mil a 750 mil reais, usando notas de baixo valor.

Durante a operação, foram cumpridos 46 mandados de busca e apreensão no Rio e em São Paulo. A facção usava um banco digital chamado 4TBank, que supostamente foi criado em parceria com o Primeiro Comando da Capital. A investigação, que durou sete meses, resultou no bloqueio de bens dos envolvidos e na apreensão de 152 mil reais durante um depósito. A maioria dos depositantes estava ligada a comunidades controladas pelo Comando Vermelho.

Uma das empresas falsas identificadas, a Ónix Perfumeria, recebeu cerca de 200 milhões de reais, mas não existe de verdade. A sócia da empresa está registrada em programas de auxílio, levantando suspeitas sobre a origem do dinheiro. A operação tem como objetivo desmantelar a estrutura financeira do Comando Vermelho, que financia a compra de armas e drogas e conflitos territoriais na Zona Oeste do Rio.

O secretário de Polícia Civil, Felipe Curi, afirmou que esta é a maior investigação já feita contra o Comando Vermelho e que a facção tem ligações com São Paulo. A ação conta com o apoio de várias unidades da polícia e busca impedir o avanço do Comando Vermelho na região, onde há disputas violentas por território.

As investigações da Polícia Civil do Rio de Janeiro sobre o Comando Vermelho (CV) resultaram na Operação Contenção, que desmantelou uma rede financeira que movimentou R$ 6 bilhões em um ano. A operação foi desencadeada após alertas de instituições financeiras sobre depósitos suspeitos, principalmente em agências nas zonas Sul e Oeste da cidade. O delegado Jefferson Ferreira informou que os integrantes da facção realizavam depósitos frequentes, variando de R$ 150 mil a R$ 750 mil, em notas de baixo valor.

A operação, que cumpriu 46 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e em São Paulo, revelou que o CV utilizava um banco digital, o 4TBank, supostamente criado com a colaboração do Primeiro Comando da Capital (PCC). A investigação, que durou sete meses, resultou no bloqueio patrimonial dos envolvidos e na apreensão de R$ 152 mil durante um depósito. A maioria dos depositantes estava ligada a comunidades controladas pelo CV.

Uma das empresas de fachada identificadas, a Ónix Perfumeria, recebeu cerca de R$ 200 milhões em depósitos, mas não existe de fato. A sócia da empresa está cadastrada em programas de auxílio emergencial, o que levanta suspeitas sobre a utilização de recursos ilícitos. A operação visa desarticular a estrutura financeira do CV, que financia a compra de armas e drogas, além de disputas territoriais na Zona Oeste do Rio.

O secretário de Polícia Civil, Felipe Curi, destacou que esta é a maior investigação já realizada contra o CV e que o núcleo financeiro da facção possui ramificações em São Paulo. A ação conta com o apoio de diversas unidades da polícia e tem como objetivo impedir o avanço do CV na região, onde a disputa por território tem gerado conflitos violentos.

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