A soldado Mayara Kelly, da Polícia Militar do Ceará, foi punida com dois dias de prisão administrativa por postar vídeos nas redes sociais. Nos vídeos, ela aparece lavando uma viatura e ensinando a usar um torniquete, que é uma técnica de primeiros socorros. A PM alegou que ela violou regras ao mostrar símbolos da corporação sem autorização, o que levou a uma investigação que resultou na punição.
Mayara, de 30 anos, é mãe de dois filhos e trabalha na PM desde 2017. Ela tem mais de 41 mil seguidores no Instagram, onde compartilha sua rotina como policial e fala sobre o papel das mulheres na polícia. O advogado dela, Francisco Sabino, argumenta que a punição é exagerada e que os vídeos não prejudicaram a imagem da corporação, destacando que o conteúdo é útil para o público.
A punição gerou críticas nas redes sociais, com muitas pessoas apontando machismo e desigualdade nas sanções. Usuários notaram que outros policiais publicam conteúdos semelhantes sem serem punidos. O comando da PM do Ceará defendeu que a investigação seguiu os procedimentos corretos e garantiu que Mayara teve a chance de se defender.
Atualmente, a punição está sendo contestada, com um recurso apresentado em 8 de abril. O comando da PM reafirma seu compromisso com a disciplina e a ética, enquanto a defesa de Mayara busca anular a punição, alegando que houve tratamento desigual.
A soldado Mayara Kelly, da Polícia Militar do Ceará, foi punida com dois dias de prisão administrativa após publicar vídeos em suas redes sociais. Nos vídeos, ela aparece lavando uma viatura e demonstrando como aplicar um torniquete, técnica de primeiros socorros. A PM alegou que os conteúdos violaram o Código Disciplinar ao expor símbolos da corporação sem autorização, resultando em uma sindicância que concluiu pela punição.
Mayara, que tem trinta anos, é mãe de dois filhos e está na corporação desde 2017. Com mais de 41 mil seguidores no Instagram, ela compartilha sua rotina como policial, incluindo treinos e reflexões sobre o papel feminino na polícia. A defesa da soldado, representada pelo advogado Francisco Sabino, argumenta que a decisão é desproporcional e que os vídeos não prejudicaram a imagem da instituição, destacando a utilidade pública do conteúdo.
A punição gerou reações nas redes sociais, com críticas que apontam para machismo e seletividade nas sanções. Usuários questionaram a diferença de tratamento em relação a outros policiais que publicam conteúdos semelhantes sem enfrentar penalidades. O comando da PM do Ceará, por sua vez, defendeu que a sindicância seguiu os procedimentos legais, garantindo ampla defesa.
Atualmente, a penalidade está em fase de recurso, protocolado em 8 de abril. O Comando da PM reafirma seu compromisso com a disciplina e a ética profissional, enquanto a defesa de Mayara busca a anulação da punição, alegando quebra do princípio da isonomia.
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