A Taurus, uma empresa brasileira que fabrica armas, mostrou um drone que pode carregar armas em uma feira no Rio de Janeiro. Esse drone ainda está sendo testado e foi feito em parceria com uma empresa de tecnologia que não foi identificada. Ele pode usar fuzis e metralhadoras de calibres comuns, como 5,56 mm e 7,62 mm. A Taurus não fabrica o drone, mas conecta as armas a ele.
O drone tem um sistema que permite controlar a arma, uma câmera de alta definição e inteligência artificial para identificar alvos. Embora já tenha a aprovação da Agência Nacional de Aviação Civil, não há previsão para que ele seja vendido. A Taurus quer regulamentar o uso de drones armados no Brasil e afirma que o projeto inclui medidas de segurança.
Especialistas estão preocupados com a legalidade e os riscos de usar drones armados. Um delegado acredita que a tecnologia deve ser usada apenas em situações extremas e com treinamento adequado. Um advogado alerta que, sem leis claras, isso pode ser perigoso para a população. Outro delegado destaca a importância de ter regras e controle sobre o uso desses drones, defendendo que a venda deve ser autorizada pelo Exército. A introdução dessa tecnologia levanta questões sobre segurança e ética, especialmente em áreas mais vulneráveis.
A Taurus, empresa brasileira de armamentos, apresentou um drone capaz de carregar armas durante a feira LAAD Defence & Security 2025, no Rio de Janeiro. O equipamento, que ainda está em fase de demonstração, foi desenvolvido em parceria com uma empresa de tecnologia não divulgada e é compatível com fuzis e metralhadoras, incluindo calibres 5,56 mm, 7,62 mm e 9 mm. A Taurus não fabrica o drone, mas integra o sistema de armamentos à plataforma aérea.
O drone possui um sistema de controle de fogo que conecta a arma ao equipamento, além de câmera 4K estabilizada, rádio controle com transmissão em tempo real, sensor de distância e inteligência artificial para identificação de alvos. Apesar de já ter a homologação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e certificação dos órgãos competentes, não há previsão de lançamento comercial. A Taurus busca regulamentar o uso de drones armados no Brasil e afirma que o projeto inclui “camadas robustas de proteção tecnológica”.
Especialistas em segurança pública expressam preocupações sobre a legalidade e os riscos do uso de drones armados. O delegado André Santos Pereira considera que a tecnologia deve ser utilizada em situações extremas, mas exige treinamento rigoroso. Por outro lado, o advogado criminalista Arthur Richardisson alerta que a falta de um marco legal representa um risco à população civil e destaca a dificuldade de responsabilização em caso de erros.
O delegado Gustavo Mesquita enfatiza a necessidade de protocolos claros e controle institucional para o uso de drones armados. Ele defende que a comercialização deve ser autorizada pelo Exército e que a atuação policial deve sempre priorizar a preservação da vida e a dignidade humana. A introdução dessa tecnologia levanta questões sobre a segurança e a ética no combate ao crime, especialmente em áreas vulneráveis.
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