Um grupo de políticos e advogados da direita organizou um almoço com Jair Bolsonaro em Brasília no dia 10 de agosto. O evento, que deveria tratar de questões jurídicas sobre os processos no Supremo Tribunal Federal (STF), foi marcado por gritos de apoio ao ex-presidente, o que gerou críticas e foi visto como um erro por aliados próximos. Eles acreditam que isso pode prejudicar a defesa de Bolsonaro no STF.
A manifestação durante o almoço pode ter consequências negativas em três áreas: pode piorar a relação com o STF, constranger as defesas de Bolsonaro e do general Braga Netto, e beneficiar políticos que buscam apoio dos bolsonaristas para as eleições de 2026. Aliados mais moderados de Bolsonaro acham que esse não é o momento para ações agressivas, especialmente após um ato em maio que dificultou o diálogo sobre a anistia aos condenados do 8 de janeiro. O presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, tem se distanciado de declarações polêmicas e se concentrado em questões do comércio. Durante o almoço, além de Bolsonaro, discursaram a deputada Bia Kicis, o desembargador Sebastião Coelho, o senador Magno Malta e o ex-ministro Gilson Machado, que criticaram a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Judiciário, pedindo resistência em relação ao STF.
Um grupo de políticos e advogados da direita organizou um almoço com Jair Bolsonaro em Brasília no dia dez de agosto. O evento, que deveria focar em questões jurídicas relacionadas aos processos no Supremo Tribunal Federal (STF), foi marcado por gritos de apoio ao ex-presidente, como “mito” e “volta Bolsonaro”. Essa atitude gerou críticas e foi considerada um “tiro no pé” por aliados próximos a Bolsonaro, que acreditam que isso pode prejudicar sua defesa no STF.
A manifestação durante o encontro privado pode ter consequências negativas em três frentes: primeiro, pode tensionar ainda mais a relação com o STF; segundo, pode constranger as defesas de Bolsonaro e do general Braga Netto; e terceiro, pode favorecer políticos que buscam apoio dos bolsonaristas para as eleições de 2026. Aliados mais moderados de Bolsonaro acreditam que esse não é o momento para ações beligerantes, especialmente após o ato na Avenida Paulista em maio, que dificultou o diálogo sobre a anistia aos condenados do oito de janeiro.
O presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, tem se distanciado de declarações polêmicas e evitado se envolver em movimentos que possam agravar a situação de Bolsonaro. No dia em que Bolsonaro se tornou réu, Valdemar estava em um encontro com empresários, focando em questões do comércio, longe do tema das condenações. Ele não foi denunciado pelo Ministério Público.
Durante o almoço, além de Bolsonaro, discursaram a deputada federal Bia Kicis, o desembargador Sebastião Coelho, o senador Magno Malta e o ex-ministro do Turismo Gilson Machado. O evento incluiu críticas à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e ao Judiciário, além de um apelo por “resistência” em relação ao STF.
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