O governo brasileiro está pensando em aumentar as medidas de proteção comercial, como salvaguardas e cotas, para defender a indústria local do crescimento das importações. Essa preocupação surgiu devido ao desvio de comércio que pode ocorrer após as tarifas impostas por Donald Trump, que podem fazer com que produtos de países como a China sejam direcionados para o Brasil. Setores como têxtil, siderúrgico e automobilístico estão alertas. A Câmara de Comércio Exterior pode aumentar tarifas de importação ou limitar volumes se for necessário. Nos últimos dois anos, o Brasil já tomou algumas medidas, mas agora é preciso agir rapidamente. O presidente da Associação Brasileira da Indústria Química destacou que o governo deve usar todos os recursos disponíveis para evitar a deterioração da indústria, especialmente porque o déficit comercial com a China no setor químico chegou a 18,1 bilhões de dólares em 2024 e deve piorar. A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção também alertou que as medidas tradicionais de proteção podem não ser suficientes, já que as importações de produtos têxteis da China aumentaram 14,5% nos primeiros meses de 2025, o que mostra a urgência de ações para proteger a indústria nacional.
O governo brasileiro discute intensificar medidas de proteção comercial, como salvaguardas e cotas, para proteger a indústria local do aumento das importações. A preocupação surge com o desvio de comércio, especialmente após as tarifas impostas por Donald Trump, que podem direcionar produtos de países como a China para o Brasil.
Setores industriais, como têxtil, siderúrgico e automobilístico, estão em alerta. A Câmara de Comércio Exterior (Camex) pode elevar tarifas de importação ou restringir volumes através de cotas, caso uma investigação comprove a necessidade. O Brasil já implementou algumas medidas nos últimos dois anos, mas a nova dinâmica exige respostas rápidas.
O presidente-executivo da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), André Passos Cordeiro, destaca que o governo deve utilizar todos os instrumentos disponíveis para evitar a deterioração da base industrial. O déficit comercial com a China no setor químico alcançou US$ 18,1 bilhões em 2024, e a expectativa é que a situação se agrave.
A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) alerta que mecanismos tradicionais de proteção podem não ser suficientes. O aumento de importações de produtos têxteis da China, que cresceu 14,5% nos primeiros meses de 2025, reforça a urgência de ações efetivas para proteger a indústria nacional.
Entre na conversa da comunidade