O governo dos Estados Unidos, sob Donald Trump, declarou mais de 6.300 imigrantes vivos como mortos, o que resultou no cancelamento de seus números de Seguro Social. Essa ação, que visa forçar esses imigrantes a deixarem o país, foi divulgada pelo jornal The Guardian. Os nomes foram colocados em um banco de dados que registra pessoas falecidas, fazendo com que perdessem acesso a serviços essenciais, como trabalho, contas bancárias e benefícios do governo. Entre os afetados, 22 têm empréstimos estudantis, 41 recebem seguro-desemprego e cerca de mil têm benefícios do Medicaid. A seleção dos nomes não foi explicada, mas documentos sugerem que muitos são de pessoas com problemas legais. Essa medida faz parte de um esforço maior para reverter as políticas de imigração do governo anterior, de Joe Biden, e a maioria dos imigrantes afetados havia entrado legalmente no país. Recentemente, o Departamento de Segurança Interna revogou o status legal de muitos deles e um novo acordo permitirá que o Serviço de Imigração acesse dados fiscais para facilitar deportações, o que levou à renúncia da comissária interina da Receita Federal.
O governo dos Estados Unidos, sob a presidência de Donald Trump, declarou mais de 6.300 imigrantes vivos como mortos, resultando no cancelamento de seus números de Seguro Social. Essa ação, divulgada pelo jornal britânico The Guardian, visa forçar a autodeportação desses indivíduos. Os nomes foram transferidos para um banco de dados federal que registra falecidos.
Com essa mudança, os imigrantes perderam acesso a serviços essenciais, como a possibilidade de trabalhar, abrir contas bancárias e receber benefícios do governo. Entre os afetados, vinte e duas pessoas estão com empréstimos estudantis, 41 recebem seguro-desemprego e cerca de mil têm benefícios do Medicaid. A seleção dos nomes não foi esclarecida, mas documentos indicam que muitos são de “criminosos condenados” ou “suspeitos de terrorismo”.
A medida faz parte de um esforço mais amplo para reverter as políticas de imigração do governo anterior, liderado por Joe Biden. A maioria dos imigrantes afetados havia entrado legalmente no país por meio de programas temporários que garantiam autorizações de trabalho e residência. Recentemente, o Departamento de Segurança Interna dos EUA (DHS) revogou o status legal de muitos desses imigrantes.
Além disso, um novo acordo entre o DHS e o Departamento do Tesouro permitirá que o Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) acesse dados fiscais de imigrantes, facilitando deportações. Essa ação provocou a renúncia da comissária interina da Receita Federal, Melanie Krause.
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