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Câmara avança com projeto de anistia a envolvidos nos atos de 8 de janeiro, mas polêmica persiste

Sóstenes Cavalcante coleta assinaturas para urgência da anistia, mas Gleisi Hoffmann e Hugo Motta buscam consenso para evitar votação.

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O projeto de anistia para os envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro está avançando na Câmara dos Deputados, com o líder do PL, Sóstenes Cavalcante, anunciando que já tem mais de 257 assinaturas para que o projeto seja votado com urgência. No entanto, a proposta enfrenta resistência, especialmente da ministra Gleisi Hoffmann e do presidente da Câmara, Hugo Motta, que tentam evitar a votação e buscar um consenso entre os Poderes. Apesar do apoio, o deputado Paulo Foletto retirou sua assinatura, reafirmando sua oposição ao projeto. O Placar da Anistia do Estadão mostra que, entre os 258 deputados que assinaram, muitos não apoiam a proposta, com 201 a favor e 127 contra. A urgência permite que o projeto seja votado sem passar por comissões, acelerando sua análise. Gleisi defendeu a necessidade de discutir a revisão de penas, mas deixou claro que não se pode anistiar quem liderou o golpe. O governo está aberto a discutir a redução de penas para crimes menos graves, mas quer garantir a autonomia do Judiciário. Motta busca uma solução que evite uma crise institucional. A proposta de anistia, que pode beneficiar até dois mil réus, ainda não tem um texto definido. Sóstenes acredita que a urgência e o mérito do projeto podem ser votados na mesma sessão, e a tramitação deve ocorrer em breve. A situação é tensa, e há a possibilidade de obstrução legislativa se o projeto não for pautado.

O projeto de anistia aos envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro avança na Câmara dos Deputados, com Sóstenes Cavalcante, líder do PL, anunciando a coleta de mais de 257 assinaturas para tramitação em regime de urgência. A proposta, no entanto, enfrenta resistência, com a ministra Gleisi Hoffmann e o presidente da Câmara, Hugo Motta, buscando evitar sua votação e promover um consenso entre os Poderes.

Apesar do apoio, Paulo Foletto, deputado do PSB, retirou sua assinatura, alegando um erro de sua equipe, reafirmando sua oposição ao projeto. O Placar da Anistia do Estadão revela que, entre os 258 deputados que assinaram, muitos não garantem apoio à proposta, com 201 favoráveis e 127 contrários. A urgência permite que o projeto seja votado sem passar por comissões, acelerando sua análise.

Gleisi Hoffmann, em declarações, defendeu a necessidade de um debate sobre a revisão de penas, mas enfatizou que não se pode anistiar aqueles que lideraram o golpe. O governo admite discutir a redução de penas para crimes menos graves, mas mantém a preocupação de não comprometer a autonomia do Judiciário. Motta, por sua vez, busca uma solução que evite uma crise institucional.

A proposta de anistia, que poderia beneficiar até dois mil réus investigados, ainda não tem um texto definido. Sóstenes afirmou que a urgência e o mérito do projeto podem ser votados na mesma sessão, prevendo que a tramitação ocorra em breve. A situação continua tensa, com a possibilidade de obstrução legislativa caso o projeto não seja pautado.

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