Uma pesquisa do think tank Ranking dos Políticos mostrou que a regulamentação dos “supersalários” no Brasil, que são salários acima do teto constitucional, pode avançar no Congresso. Aproximadamente 85,5% dos deputados e 92,4% dos senadores apoiam essa medida, e muitos acreditam que a aprovação pode acontecer ainda nesta Legislatura. O levantamento entrevistou 111 deputados e 26 senadores em março de 2025. Na Câmara, 46,8% dos deputados querem que todos os proventos sejam incluídos no teto, enquanto 38,7% preferem que apenas alguns sejam considerados. No Senado, a divisão é parecida.
Juan Carlos Arruda, diretor do Ranking dos Políticos, destacou que a pressão da sociedade por responsabilidade fiscal está reacendendo o debate sobre o tema. Ele mencionou que o Congresso tem uma dívida com os brasileiros em relação ao combate a privilégios. No entanto, ainda há divisões sobre como a regulamentação deve ser feita, com um grupo defendendo a inclusão de todos os auxílios e outro propondo a exclusão de alguns benefícios. A discussão sobre os “supersalários” não é nova e já dura mais de uma década, com vários projetos de lei enfrentando resistência política.
Uma pesquisa realizada pelo think tank Ranking dos Políticos revelou que a regulamentação dos “supersalários” no Brasil, que se refere a remunerações superiores ao teto constitucional do funcionalismo público, pode avançar no Congresso Nacional. Cerca de 85,5% dos deputados e 92,4% dos senadores apoiam essa medida, com a expectativa de aprovação ainda nesta Legislatura.
O levantamento, que entrevistou 111 deputados federais e 26 senadores entre os dias 19 e 20 de março de 2025, indicou que 53,1% dos deputados e 80,8% dos senadores acreditam que a regulamentação será aprovada em breve. Na Câmara, 46,8% dos deputados desejam que todos os proventos sejam incluídos no teto, enquanto 38,7% preferem que apenas alguns sejam considerados. No Senado, a divisão é semelhante, com 46,2% defendendo a inclusão de todos os proventos.
Juan Carlos Arruda, diretor-geral do Ranking dos Políticos, destacou que a pressão da sociedade por responsabilidade fiscal e moral está reacendendo o debate sobre o tema. Ele afirmou que o Congresso tem uma “dívida com os brasileiros” em relação ao combate a privilégios. Contudo, a regulamentação enfrenta divisões sobre como deve ser implementada, com um grupo defendendo a inclusão de todos os auxílios e outro propondo a exclusão de alguns benefícios.
A discussão sobre os “supersalários” não é recente, já que a limitação das remunerações de servidores públicos ao salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal se arrasta há mais de uma década. Vários projetos de lei foram apresentados, mas todos enfrentaram resistência política e corporativa, dificultando a aprovação de uma solução definitiva.
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