A disputa pelo comando do partido Rede Sustentabilidade está acirrada entre a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e a ex-senadora Heloísa Helena. O congresso para eleger a nova executiva acontece entre 11 e 13 de maio, após uma briga judicial sobre a realização do evento. A eleição está marcada para domingo, às 9h. Heloísa e Wesley Diógenes são os porta-vozes atuais do partido e apoiam Paulo Lamac para a sucessão, enquanto Marina defende Giovanni Mockus. A relação entre as duas se deteriorou após Heloísa apoiar Ciro Gomes, que fez campanha contra Marina em 2014. A ala de Marina acusou o grupo de Heloísa de fraudar a escolha dos delegados estaduais. Embora o congresso tenha sido suspenso por uma liminar, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal reverteu a decisão, permitindo a realização do evento. O desembargador Fábio Eduardo Marques determinou que os votos do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul sejam contados sub judice. A ideia de lançar o deputado federal Túlio Gadelha como uma terceira via foi descartada, e ele tem atuado como mediador entre as duas alas. A comissão eleitoral ligada a Heloísa afirmou que as tentativas de contestação foram desmanteladas e criticou o uso excessivo da judicialização. Marina não compareceu ao congresso.
A disputa pelo comando do Rede Sustentabilidade se intensificou entre a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e a ex-senadora Heloísa Helena. O congresso para eleger a nova executiva ocorre entre 11 e 13 de maio, após uma briga judicial sobre a realização do evento. A eleição está marcada para domingo, às 9h.
Atualmente, Heloísa Helena e Wesley Diógenes ocupam os cargos de porta-vozes do partido, com mandato até maio. Heloísa apoia Paulo Lamac para sua sucessão, enquanto Marina defende Giovanni Mockus. A relação entre as duas se deteriorou após Heloísa apoiar Ciro Gomes, que fez campanha contra Marina em 2014.
A ala de Marina acusou o grupo de Heloísa de fraudar a escolha dos delegados estaduais. O congresso foi suspenso por uma liminar, mas a decisão foi revertida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal, permitindo a realização do evento. O desembargador Fábio Eduardo Marques determinou que os votos de Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul sejam contados sub judice.
A possibilidade de uma terceira via com o deputado federal Túlio Gadelha foi descartada. Ele atua como mediador entre as duas alas. A comissão eleitoral ligada a Heloísa afirmou que as tentativas de contestação foram desmanteladas e lamentou o uso excessivo da judicialização. Marina não compareceu ao congresso.
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