O governo Trump planeja fechar o Escritório de Pesquisa Oceânica e Atmosférica da NOAA e cortar US$ 1,67 bilhão do seu orçamento, focando no desenvolvimento energético. A proposta inclui a eliminação de US$ 480 milhões para programas de dados climáticos e laboratórios de pesquisa. A NOAA, que faz parte do Departamento de Comércio, é responsável por previsões do tempo e pela gestão da pesca nos EUA. Além disso, as funções de proteção de espécies ameaçadas do Serviço Nacional de Pesca Marinha serão transferidas para o Serviço de Pesca e Vida Selvagem. O NMFS também perderá financiamento para programas de recuperação de espécies e conservação de habitats, que são importantes para a pesca comercial. A proposta ainda mantém US$ 170 milhões para alguns programas da OAR relacionados a tempestades severas e exploração oceânica. O Departamento de Comércio e a Casa Branca não comentaram sobre essas mudanças.
O governo Donald Trump planeja eliminar o Escritório de Pesquisa Oceânica e Atmosférica da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (Noaa) e cortar US$ 1,67 bilhão do seu orçamento. O objetivo é reorientar a agência para priorizar o desenvolvimento energético, conforme um documento orçamentário recente.
A proposta inclui o fechamento do Escritório de Pesquisa Oceânica e Atmosférica (OAR) e a eliminação de US$ 480 milhões em verbas para programas de dados climáticos e laboratórios de pesquisa. A Noaa, que faz parte do Departamento de Comércio, é responsável por previsões meteorológicas e pela gestão da pesca comercial nos Estados Unidos.
Além disso, o Serviço Nacional de Pesca Marinha (NMFS) terá suas funções de proteção de espécies ameaçadas transferidas para o Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA. O NMFS também perderá financiamento para programas de recuperação de espécies e conservação de habitats, essenciais para a pesca comercial.
O documento orçamentário ainda prevê a manutenção de US$ 170 milhões para alguns programas da OAR relacionados a tempestades severas e exploração oceânica. O Departamento de Comércio e a Casa Branca não comentaram sobre as mudanças propostas.
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