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Rafael Correa, ex-presidente do Equador, continua a influenciar as eleições de 2025

Rafael Correa, ex-presidente do Equador, continua a influenciar as eleições, enquanto Luisa González tenta se desvincular de seu legado.

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O segundo turno das eleições no Equador, que acontece neste domingo, envolve não apenas os candidatos Daniel Noboa e Luisa González, mas também Rafael Correa, ex-presidente condenado por corrupção. Correa, que vive na Bélgica, é o padrinho político de González, que tenta se distanciar dele. Noboa, o atual presidente, busca votos de quem não quer a volta do correísmo. González, que fez parte do governo de Correa, enfrenta desconfiança de eleitores que a veem como um possível fantoche do ex-presidente. Correa foi condenado a oito anos de prisão por corrupção relacionada à Odebrecht e se diz vítima de perseguição política. Ao contrário de campanhas anteriores, ele não aparece nas propagandas de González, que tenta evitar associações diretas com ele. A influência de líderes indígenas pode ser crucial, já que Leonidas Iza, que teve 5,25% dos votos no primeiro turno, anunciou apoio a González, mas a relação do correísmo com os indígenas é complicada. Além disso, González enfrenta críticas sobre suas posições em relação à Venezuela.

O segundo turno das eleições no Equador, marcado para domingo (13), tem como protagonistas não apenas os candidatos, mas também Rafael Correa, ex-presidente condenado por corrupção. Correa, que vive asilado na Bélgica, é o padrinho político de Luisa González, que tenta se distanciar dele, enquanto Daniel Noboa, atual presidente, busca votos dos “anticorreístas”.

González, que foi membro do governo de Correa, enfrenta a desconfiança de eleitores que a veem como um possível fantoche do ex-presidente. Noboa, por sua vez, tenta capitalizar o medo da volta do correísmo ao poder. Ambos os candidatos têm pouco capital político próprio, dependendo de suas bases eleitorais.

Correa foi condenado a oito anos de prisão por um esquema de corrupção envolvendo a Odebrecht. Ele se declara vítima de “lawfare”, uma perseguição política. Ao contrário de campanhas anteriores, Correa não aparece nas propagandas de González, que tenta evitar associações diretas com ele.

A influência dos líderes indígenas pode ser decisiva. Leonidas Iza, que obteve 5,25% dos votos no primeiro turno, anunciou apoio a González, mas a relação do correísmo com os indígenas é tensa. A falta de apoio de setores indígenas e as memórias do governo Correa complicam a candidatura de González, que também enfrenta críticas sobre suas posições em relação à Venezuela.

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