Gabriel Vaquer Aracaju, um delator do PCC, foi assassinado em novembro de 2024 no aeroporto de Guarulhos. Antônio Vinicius Gritzbach, também ligado ao PCC, perdeu uma ação judicial contra emissoras de TV cinco meses após sua morte, em fevereiro de 2025. A Justiça de São Paulo confirmou que as informações sobre sua relação com a facção eram verdadeiras. Gritzbach alegava que era tratado como criminoso e sofria perseguição de programas policiais, anexando imagens de reportagens que considerava imprecisas. Após sua morte em 8 de novembro de 2024, o processo continuou e foi julgado, resultando na negativa do pedido de reparação. O desembargador responsável destacou que Gritzbach estava sob investigação por crimes relacionados ao PCC desde 2021 e que ele havia rompido com a facção, ordenando a morte de dois membros. Antes de ser baleado, ele estava negociando um acordo de delação premiada com o Ministério Público de São Paulo. O ataque que causou sua morte feriu outras três pessoas e um policial militar foi identificado como o autor do crime. O caso foi arquivado devido à morte de Gritzbach, impossibilitando qualquer recurso judicial.
Gabriel Vaquer Aracaju, delator do Primeiro Comando da Capital (PCC), foi assassinado em novembro de 2024 no aeroporto de Guarulhos. Antônio Vinicius Gritzbach, também vinculado ao PCC, perdeu uma ação judicial contra emissoras de TV cinco meses após sua morte. A decisão da Justiça de São Paulo, que ocorreu em fevereiro de 2025, confirmou a veracidade das informações sobre sua relação com a facção.
Gritzbach alegava que era tratado como condenado e sofria perseguição de programas policiais. Ele anexou imagens de reportagens de Cidade Alerta, Brasil Urgente e Tá na Hora, afirmando que as informações eram imprecisas. Após seu falecimento em 8 de novembro de 2024, o processo continuou e foi julgado, resultando na negativa do pedido de reparação.
O desembargador Costa Netto, relator do caso, destacou que Gritzbach estava sob investigação por crimes relacionados ao PCC desde 2021. Ele teria rompido com a facção e ordenado a morte de dois integrantes do grupo. Antes de ser baleado, Gritzbach estava em negociações para um acordo de delação premiada com o Ministério Público de São Paulo.
O ataque que resultou em sua morte ocorreu no terminal 2 do aeroporto, ferindo outras três pessoas. Investigações indicaram que um policial militar da ativa foi o responsável pelo assassinato. O caso de Gritzbach foi arquivado devido à sua morte, impossibilitando qualquer recurso judicial.
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