Sean “Diddy” Combs terá seu julgamento por tráfico sexual marcado para 5 de maio, após o juiz federal Arun Subramanian negar o pedido de adiamento feito pela defesa. A equipe de Combs queria mais tempo para analisar novas provas, mas o juiz considerou que o prazo é suficiente. As acusações contra o rapper aumentaram desde que sua ex-parceira, Cassie Ventura, o denunciou por coação física e estupro no final de 2023. Combs se declarou inocente de novas acusações, incluindo tráfico sexual e transporte para prostituição. Além do processo criminal, ele enfrenta vários processos civis relacionados a abusos, com alegações de coerção e exploração de pessoas em festas.
Rapper Sean Combs terá julgamento em maio por tráfico sexual
O juiz federal Arun Subramanian negou o pedido de adiamento do julgamento de Sean “Diddy” Combs, mantendo a data para 5 de maio. A decisão ocorreu nesta sexta-feira, 18, em Nova York. O rapper é acusado de tráfico sexual e exploração.
Defesa solicitava mais tempo para análise de provas
A equipe jurídica de Combs, liderada por Marc Agnifilo, argumentava a necessidade de mais tempo para examinar novas evidências apresentadas no caso. O juiz, no entanto, considerou que o tempo disponível é suficiente para a preparação da defesa.
Acusações contra o artista se intensificam desde 2023
As acusações contra o artista ganhador de um Grammy se intensificaram no final de 2023, após denúncias da cantora e atriz Casandra Ventura, conhecida como Cassie. Ela o acusou de coação física e estupro.
Combs se declara inocente de novas acusações
Na segunda-feira, o rapper se declarou inocente de duas novas acusações: tráfico sexual e transporte para fins de prostituição. O julgamento tem previsão de duração entre oito e dez semanas.
Processos civis por abusos também são enfrentados pelo rapper
Além do processo criminal federal, Combs enfrenta uma série de processos civis que alegam abusos cometidos com o auxílio de uma rede de funcionários e associados. As denúncias relatam atos de violência e coerção.
Novas alegações apontam para coerção e exploração
A acusação complementar alega que Combs coagia pessoas a participar de festas com drogas e violência, além de forçar funcionários a trabalhar em condições abusivas e manter silêncio sobre os atos.
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