A Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados convocou a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, para explicar sua participação em um protesto indígena contra o marco temporal. Esse protesto levou à invasão do gramado do Congresso e ao uso de gás lacrimogênio para dispersar os manifestantes. A convocação foi feita pelo deputado Rodolfo Nogueira. Além disso, a convocação busca esclarecer questões sobre o impacto no agronegócio e a segurança jurídica do setor, incluindo o aumento das multas ambientais aplicadas pelo Ibama, que somaram R$ 729 milhões em 2024, e a apreensão de cerca de nove mil cabeças de gado. O documento também menciona a demora na aprovação de novos defensivos agrícolas. A data para a presença de Marina Silva na comissão ainda não foi definida, mas ela é obrigada a comparecer.
A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados convocou a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, para explicar sua participação em um protesto indígena contra o marco temporal. O ato resultou na invasão do gramado do Congresso e na dispersão dos manifestantes com gás lacrimogênio. A convocação foi proposta pelo presidente da comissão, deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS).
A nova convocação amplia um requerimento anterior que já pedia esclarecimentos sobre questões que impactam o agronegócio e a segurança jurídica do setor. O parlamentar questiona a presença de Marina no protesto e busca apurar se houve incentivo institucional ao ato. O requerimento também menciona o aumento significativo na aplicação de multas ambientais pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que totalizaram R$ 729 milhões em 2024, além da apreensão de cerca de nove mil cabeças de gado.
Outro ponto abordado no documento é a suposta demora na aprovação de novos defensivos agrícolas. A data para o comparecimento de Marina Silva à comissão ainda não foi definida, mas sua presença é obrigatória devido à convocação.
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