Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Juíza bloqueia exigência de cidadania em registro de eleitores nos EUA

Juíza bloqueia exigência de comprovação de cidadania para registro de eleitores nos EUA, enquanto processos contra decreto de Trump seguem.

0:00
Carregando...
0:00

Uma juíza bloqueou mudanças propostas pelo governo de Donald Trump no sistema eleitoral dos Estados Unidos. A decisão impede a exigência de comprovação de cidadania para registro de eleitores, que era defendida por grupos que queriam proteger o voto. A juíza Collen Kollar-Kotelly, de Washington, concedeu uma liminar que suspende essa exigência e outras alterações até que o caso seja analisado. Grupos de defesa do voto afirmam que essas medidas são inconstitucionais e dificultariam o registro de eleitores. A defesa de Trump argumentou que a liminar não era necessária, pois as mudanças ainda não estavam em vigor. A decisão foi considerada uma vitória por líderes de grupos de defesa dos direitos dos eleitores. Outros processos contra as mudanças ainda estão em andamento, com ações de procuradores-gerais de vários estados. Nos Estados Unidos, cada estado tem controle sobre suas próprias eleições.

Uma juíza bloqueou, nesta quinta-feira, a implementação de mudanças propostas pelo governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no sistema eleitoral. A decisão impede a exigência de comprovação de cidadania para registro de eleitores, conforme solicitado por grupos de defesa do voto.

A juíza distrital Collen Kollar-Kotelly, de Washington, concedeu uma liminar que suspende a exigência de cidadania e outras alterações até que o processo judicial avance. Trump havia argumentado que as mudanças eram necessárias para proteger as eleições, mas a juíza também bloqueou a verificação de cidadania para beneficiários de assistência pública que desejassem se registrar para votar.

Grupos de defesa do voto alegam que as medidas são inconstitucionais e violam a Cláusula Eleitoral da Constituição, que confere aos estados a autoridade sobre a condução das eleições. Durante a audiência, advogados dos demandantes destacaram que a exigência de comprovação dificultaria campanhas de registro em locais públicos.

A defesa de Trump argumentou que a liminar não era necessária, pois as mudanças ainda não haviam sido implementadas. Roman Palomares, presidente da Liga dos Cidadãos Latino-Americanos Unidos, considerou a decisão uma “vitória para os eleitores”, afirmando que os esforços para silenciar a voz do eleitorado não devem prevalecer.

Outros processos contra o decreto de Trump ainda estão pendentes. Recentemente, dezenove procuradores-gerais democratas solicitaram ao tribunal que rejeitasse a medida. Washington e Oregon também moveram ações próprias contra as alterações propostas. Nos Estados Unidos, o sistema eleitoral é descentralizado e supervisionado pelos estados.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais