A crise entre a Junta de Andalucía e o Ministério de Transportes aumentou após a suspensão das ajudas para transporte gratuito de menores. A conselheira de Fomento não informou que o governo central era responsável pelo financiamento. Um novo conflito surgiu com a assinatura de um convênio para modernização de regadíos, onde o conselheiro regional, Ramón Fernández-Pacheco, não compareceu, alegando falta de informação. O ministro Luis Planas acusou o Partido Popular de querer criar conflitos. O convênio, que envolve a Sociedade Mercantil Estatal de Infraestruturas Agrárias e os regantes andaluzes, foi assinado sem a presença do conselheiro, que protestou por não ter sido avisado sobre a data. Fernández-Pacheco expressou sua indignação nas redes sociais, afirmando que o governo central agiu de forma unilateral. Ele destacou que a Junta de Andalucía seria responsável por cinquenta por cento do financiamento, totalizando setenta milhões de reais, enquanto os regantes contribuiriam com trinta por cento e o ministério com vinte por cento. O conselheiro criticou o governo federal por politizar um projeto que deveria ajudar a agricultura andaluza. Em resposta, Planas negou as acusações e disse que o PP estava buscando conflito sem razão. O ministro também explicou que a assinatura do convênio foi adiada a pedido do conselheiro e que sua equipe sabia da nova data. Ele ressaltou a importância do convênio para a agricultura, especialmente em tempos de mudanças climáticas, onde o uso eficiente da água é essencial. Apesar da ausência do conselheiro, a Junta confirmou que cumprirá sua parte no financiamento do acordo.
A crise entre a Junta de Andalucía e o Ministério de Transportes se intensificou após a suspensão das ajudas para transporte gratuito de menores. A conselheira de Fomento não informou que a responsabilidade financeira era do governo central. Recentemente, um novo conflito surgiu com a assinatura de um convênio para modernização de regadíos, onde o conselheiro regional, Ramón Fernández-Pacheco, não compareceu, alegando falta de informação.
O ministro Luis Planas acusou o Partido Popular (PP) de buscar conflito. O convênio, que envolve a Sociedade Mercantil Estatal de Infraestruturas Agrárias (SEIASA) e os regantes andaluzes, foi assinado sem a presença do conselheiro, que protestou por não ter sido informado sobre a data do evento. Em sua conta no X, Fernández-Pacheco expressou sua indignação, afirmando que o governo central agiu de forma unilateral.
O conselheiro destacou que a Junta de Andalucía seria responsável por cinquenta por cento do financiamento do convênio, totalizando R$ 70 milhões, enquanto os regantes contribuiriam com trinta por cento e o ministério com vinte por cento. Ele criticou o governo federal por dar um caráter político a um projeto que deveria beneficiar a agricultura andaluza. Em resposta, Planas negou as acusações e afirmou que o PP estava buscando conflito injustificadamente.
O ministro também esclareceu que a assinatura do convênio foi adiada a pedido do conselheiro e que sua equipe estava ciente da nova data. Ele enfatizou a importância do convênio para a agricultura, especialmente em um contexto de mudanças climáticas, onde a eficiência no uso da água é crucial. Apesar da ausência do conselheiro, a Junta confirmou que cumprirá sua parte no financiamento do acordo.
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