O ex-presidente Fernando Collor foi preso hoje, 25 de abril de 2025, em Alagoas, após o Supremo Tribunal Federal rejeitar um recurso de sua defesa. O ministro Alexandre de Moraes disse que o pedido era apenas para atrasar o processo. Collor já havia sido condenado a oito anos e dez meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, envolvendo um esquema na BR Distribuidora. Ele foi acusado de receber R$ 20 milhões em propina da UTC Engenharia. A investigação foi feita em Brasília, onde Collor era senador, e se baseou em documentos e depósitos, não em delações. A defesa ficou surpresa com a prisão e afirmou que o recurso não era para atrasar o caso. Collor não foi preso antes porque tinha o direito de recorrer. Agora, ele será levado para Brasília para cumprir a pena. Essa prisão é um novo capítulo na carreira política de Collor, que já teve várias polêmicas.
O ex-presidente Fernando Collor foi preso na manhã de hoje, 25 de abril de 2025, em Alagoas, após o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitar um recurso de sua defesa. A decisão foi tomada pelo ministro Alexandre de Moraes, que considerou o pedido “meramente protelatório”. A prisão ocorre quase dois anos após a condenação de Collor a oito anos e dez meses de reclusão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, relacionada a um esquema na BR Distribuidora.
Collor foi acusado de receber R$ 20 milhões em propina da UTC Engenharia em troca de favorecimento em contratos. A investigação que resultou na condenação não se originou em Curitiba, como muitos casos da Operação Lava Jato, mas foi conduzida em Brasília, onde Collor atuava como senador. As provas que sustentaram a condenação foram principalmente documentos e depósitos, ao invés de delações.
A defesa de Collor manifestou surpresa com a ordem de prisão e argumentou que o recurso apresentado não tinha caráter protelatório. O ex-presidente já havia sido condenado anteriormente, mas não foi preso imediatamente devido à possibilidade de recorrer. A decisão de hoje representa um desdobramento significativo no caso, que começou em 2018 com a denúncia do Ministério Público Federal.
Collor será transferido para Brasília para cumprir a pena. A prisão marca um novo capítulo na trajetória do ex-presidente, que já enfrentou diversas controvérsias ao longo de sua carreira política.
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