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Fernando Collor pede prisão domiciliar por problemas de saúde e idade avançada

Ex-presidente Fernando Collor solicita prisão domiciliar por problemas de saúde, incluindo Parkinson e transtorno bipolar, após ser preso.

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A defesa de Fernando Collor de Mello pediu prisão domiciliar com base em um atestado médico que aponta problemas de saúde, como Parkinson e transtorno bipolar. Collor, que foi condenado a oito anos e dez meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro, foi preso em Maceió. O atestado, assinado por um neurologista, afirma que ele precisa de medicações diárias e acompanhamento médico, e que sua condição pode piorar sem tratamento. Os advogados argumentam que a idade de 75 anos e as condições de saúde justificam a mudança para prisão domiciliar. Ele foi detido ao se dirigir a Brasília para cumprir a pena, após um recurso ser rejeitado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes. Collor foi condenado por envolvimento em um esquema de corrupção na BR Distribuidora, revelado pela Operação Lava-Jato, e inicialmente ficou preso na Polícia Federal antes de solicitar transferência para uma penitenciária estadual em Alagoas. O ministro Moraes determinou que a penitenciária oferecesse uma cela individual para ele e deu um prazo de 24 horas para a resposta sobre a estrutura disponível.

A defesa do ex-presidente Fernando Collor de Mello apresentou um atestado médico que justifica a solicitação de prisão domiciliar. Collor, condenado a oito anos e dez meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro, foi preso em Maceió na última sexta-feira, 25 de abril de 2025.

O atestado, assinado por um neurologista, destaca que Collor sofre de Parkinson, apneia do sono grave e transtorno bipolar. O médico afirma que o ex-presidente necessita de medicações diárias e acompanhamento médico regular. O documento ressalta que a doença de Parkinson é progressiva e pode agravar-se sem tratamento adequado.

Os advogados de Collor argumentam que suas condições de saúde, somadas à sua idade de 75 anos, justificam a necessidade de cumprir a pena em casa. O ex-presidente foi detido enquanto se dirigia a Brasília para iniciar o cumprimento da pena, após a rejeição de um recurso pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes.

Collor foi condenado por sua participação em um esquema de corrupção na BR Distribuidora, revelado pela Operação Lava-Jato. Inicialmente, ele ficou detido na Polícia Federal, mas pediu transferência para uma penitenciária estadual em Alagoas. O ministro Moraes determinou que a penitenciária providenciasse uma cela individual para Collor e deu um prazo de 24 horas para a resposta sobre a estrutura disponível.

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