O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, decidiu que o julgamento de Fernando Collor não será feito no plenário físico. Isso aconteceu depois que a maioria dos ministros votou a favor da manutenção da prisão do ex-presidente, que foi preso na última sexta-feira. Collor foi condenado em maio de 2023 por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, relacionado a contratos com a construtora UTC durante seu tempo como senador. Mendes inicialmente havia planejado levar o caso para o plenário físico, mas, após conversas entre os ministros, decidiu devolver o processo ao plenário virtual. Uma nova sessão está marcada para segunda-feira, dia 28 de abril, e deve ser finalizada no mesmo dia.
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu não levar o julgamento de Fernando Collor ao plenário físico. A medida ocorreu após a maioria dos ministros apoiar a manutenção da prisão do ex-presidente, que foi detido na última sexta-feira, dia 25 de abril. Collor foi preso em decorrência de uma decisão do ministro Alexandre de Moraes.
O caso começou a ser analisado no plenário virtual do STF, mas Mendes optou por suspender o julgamento e enviá-lo para o ambiente físico. Contudo, após nova articulação entre os ministros, a maioria decidiu que era necessário um posicionamento final sobre a prisão de Collor, respaldando a decisão de Moraes.
O ex-presidente foi condenado em maio de 2023 por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A condenação está relacionada a contratos que ele influenciou entre a construtora UTC e a estatal durante seu mandato como senador, entre 2010 e 2014. Em troca, Collor teria recebido R$ 20 milhões.
No sábado, dia 26 de abril, Mendes citou “a excepcional urgência caracterizada no presente caso” e decidiu devolver o processo ao plenário virtual. A nova sessão está marcada para segunda-feira, dia 28 de abril, e deverá ser concluída no mesmo dia.
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